segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

FORMATURA DO RIO JARDIM - 8° SERIE


Agradecimento

AOS PAIS: "O amor tem nuances que apenas o amor pode explicar.

Permitiram-nos nossos pais a vida por amor.


Emprestaram-nos sua boca para que pudéssemos falar, seus pés para que pudéssemos andar, seu amor para que pudéssemos existir e como se a existência fosse pouco, deram parte de suas próprias vidas para que nossa existência tivesse algum sentido.



Hoje, apesar de pensarmos saber bastante, não aprendemos ainda algo que seja suficiente e possa substituir o simples muito obrigado. "

AOS PAIS AUSENTES: "Nossa homenagem àqueles que partiram, pais, mães, irmãos, parentes, deixando-nos a lembrança das suas presenças, o som de suas vozes soprando suaves na memória, num murmúrio de lamento e saudade."


AOS AMIGOS E COLEGAS: "No início, unidos apenas por um objetivo comum. Recuados, desconfiados, mas que aos poucos a convivência foi nos aproximando, encantando.
Sempre colegas, soubemos conviver e respeitar-nos.

Lutamos, sobrevivemos, crescemos...Acima de tudo como seres humanos. E, por tudo, a saudade há de ficar."

ÀQUELES QUE AMAMOS: "As homenagens deste dia se estendem também a vocês, sempre presentes com um sorriso amigo e apoio nas horas difíceis.

As alegrias de hoje também são de vocês., pois o vosso amor, carinho e estímulo, foram as armas desta vitória;"


AOS MESTRES: "Ser mestre não é apenas lecionar, ensinar não é apenas transmitir o conteúdo programático.

Ser mestre é ser orientador e amigo, guia e companheiro, é caminhar com o aluno passo a passo.

É transmitir a este os segredos da caminhada.

Ser mestre é ser exemplo de dedicação, de doação, de dignidade pessoal e de amor.


O agradecimento sincero aos mestres e amigos; aos somente mestres, e àqueles que, com seus problemas e dores humanas, não foram amigos e nem mestres, mas que também passaram por nós.

“Nosso respeito, nosso afeto.”

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

De manhã cedo muito carinhosamente o vou acordar, depressa os seus olhos, meio fechados, ainda um pouco ensonados, formam um olhar intenso, ficando enormes com o seu sorriso. É logo neste primeiro momento do dia que descubro algo de muito valioso que uma criança pode ensinar a um adulto, estar feliz e contente sem precisar de um grande motivo. Os pais que de manhã encontra e o dia que lhe espera é razão suficiente e bastante para sorrir, enquanto nós adultos estamos quase sempre a procurar a felicidade em grandes coisas e momentos.


Depressa se ocupa de alguma coisa, vai beber o leite, aproveita para brincar, para falar e logo aprendo outra coisa importante de uma criança, estar sempre ocupado com alguma coisa, ensinando-nos que é em vão que perdemos tempo com coisas inúteis e preocupações excessivas.



Depois, para a escola toca a andar, olho-o tão pequeno - é ainda o meu Bebé, olho aquele “Bebé” de mochila às costas, quase tão grande como ele, mas mais uma vez ele me ensina uma nova coisa, que podemos desempenhar por gosto todas as nossas tarefas diárias, ainda que não façamos o que gostaríamos mais de fazer na vida. E, lá vai ele com uma grande expressão de felicidade.





Quando o deixo na escola, ainda mal começou o dia, e eu por longas oito horas “perco” aquela criança - o meu Bebé. Quais as suas sensações nas novas descobertas? Da leitura, da pintura, da magia dos números? Quais as suas brincadeiras, as suas emoções?... Quando a escola Primária acaba vai para o ATL, o que aprende pela primeira vez? O que sentirá nas tarefas de expressão artística e física? As brincadeiras e os contactos com os seus amigos?... Todo um mundo a descobrir em cada segundo e eu tão longe, durante oito horas, não posso, nesses instantes, olhar aqueles olhos grandes e expressivos, o meu bebé cresce, cresce com os outros.


 
 
De regresso a casa, umas vezes cansado, outras cheio de energia e de novidades para contar, estuda, brinca, vê televisão e após o jantar rende-se ao cansaço. Por vezes, levo-o para cama nos meus braços – mesmo que seja por pouco, por muito pouco, ele torna a ser o meu “Bebé” de novo, vai dormir para encarar da mesma forma e com a mesma vontade e alegria desse dia, mais um dia que irá começar. Nessa noite sonhará sonhos que o mundo jamais conseguirá entender.

 É então que penso que ele um dia será um jovem, depois um adulto como eu e que todos os adultos e amigos que o rodeiam nestas horas são tão importante na sua vida e formação como os seus pais, pois estão com eles, às vezes, mais tempo do que os próprios pais.






Todos nós estamos a fazer crescer estas crianças, como pássaros no ninho, que precisam dos pais, dos professores e dos auxiliares de educação e do seu tempo livre e amigos para que eles possam criar asas neste ninho e um dia possam voar livres, para a construção de um mundo mais admirável.


Todos os dias levantamo-nos com a certeza que o sol brilhará, mesmo nos dias mais cinzentos, por entre as nuvens, ele brilhará e dará luz a nossa vida, imaginar um mundo sem uma criança, seria como acordar um dia sem que existisse o sol para iluminar a nossa vida, por isso temos que olhar, compreender e ouvir os nossas filhos, dar-lhes toda a atenção. Em suma, se sentir-mos a criança que cada um tem dentro de nós, já mais a nossa vida deixará de brilhar, se um dia perdermos o contacto com essa criança, perderemos o contacto com a vida, com os nossos filhos, com o sol que brilha todos os dias.

Parece que escrevi muito, mas por mais que ainda escrevesse nada conseguiria dizer sobre uma criança. Como certas coisas na vida, as crianças não são para ser explicadas, apenas compreendidas e sentidas, na minha humilde forma de ser, apenas diria que são como um raio de luz que irradia o mundo e as nossas vidas.


domingo, 28 de novembro de 2010


Certa vez me foi indagado sobre "o que é ser Professor". Sendo assim resolvi criar este Blog para compartilhar a minha visão deste Ser extraordinário que se personifica nos indivíduos que elegem como sua maior prioridade a edificação de uma sociedade mais justa e de um mundo melhor.
O sentido de ser professor foi se revelando a mim ao longo da minha vida.
No caminho que percorri até aqui vivi algumas experiências que moldaram a minha personalidade, embora eu nunca tenha me distanciado dos sonhos e do menino, que ainda hoje, com 45 anos de idade, habita em mim.
Vejo o professor por uma ótica utópica porque pra mim: ensinar, mediar, transmitir, compartilhar ou educar, é algo que vai muito além dos limites da formalidade.
Ser professor é se encaixar no tempo e no espaço, é viver a contemporaneidade respeitando a história individual e o contexto sócio cultural de cada um.
É se despir dos preconceitos e fazer do seu cotidiano sua aprendizagem, é estar consciente do quanto pode aprender com seus alunos.

Ser professor não é profissão, é uma missão, é caminhar sempre de frente para o sol e nunca permitir que sua sombra lhe guie, o afastando do seu objetivo maior, a educação. Mas esse é o meu ponto de vista que procuro expor através destas palavras, então, faço deste blog um espaço de pesquisa e manifestações a respeito da questão:
“ O que é ser Professor?”


Ser professor é... Dar sem exigir nada em troca. É passar conhecimentos e experiências sem medo de está preparando um concorrente. É preparar o aluno para o dia-a-dia de sua profissão e para ser um cidadão. É motivar o aluno para que ele conte nos dedos o dia de aula. É gostar do que faz.


Todos nós viemos ao mundo com uma missão. A minha é ensinar.


Ser professor
É ter o cotidiano de se reeducar,
E viver do oficio para educar.

Ser professor
É ser um devoto de fervor do saber,
E um conselheiro diante dos erros.



Ser professor
É ser resignado e ter paciência,
Na esperança de dias melhores.

Ser professor
É ser um incentivador de um futuro feliz,
E um multiplicador de sonhos.

Ser professor
É ser um transmissor de valores,
E um modelo exemplar de bem viver.




 

Ser professor
É ser artista motivador da reflexão e da razão,
E ter na sua obra de arte o aprendizado.

Ser professor
É ser um grande construtor de sonhos,
E ver nos olhos do alunado um futuro feliz

Ser professor
É ser mediador do conhecimento,
E saber ensinar a pensar no aprender.

 







Ser professor
É ser sacerdote de pregação da igualdade social,
E receber pouco e retribuir com muito amor.













    








Ser professor
É ser movido por impulsos, razões e emoções;
E ensinar um bem maior: um amar ao outro. 







sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O USO DO MICRO NAS ESCOLAS



De acordo com reportagem recente da revista "Nova Escola", até o final deste ano, se tudo correr bem, cerca de 6 mil escolas públicas de todo o Brasil estarão recebendo do MEC, alguns micros computadores conectados a rede Internet."
Mas cá pra nós, está claro para todos estes beneficiários, qual a grande vantagem que esta ferramenta poderá trazer? E mais, alguém foi treinado para trabalhar com ela? Ou sendo mais objetiva, alguém sabe o que é essa tal de internet?


Bem, vamos por partes. A internet, em linhas gerais, é a rede mundial de computadores, ou seja, é o conjunto de empresas, universidades, orgãos governamentais, pessoas físicas ou qualquer outra entidade da face da Terra que possua um computador com um aparelho que permita transmitir informação pela rede telefônica. Pode-se dizer com segurança que é a mais ampla fonte de dados que existe. 


Mas, não é por isto que a internet precisa ser vista como a "condição sine Qua non" para que as escolas repensem seus métodos, atualizem-se ou, pelo menos, se aproximem o máximo possível do cotidiano de nossos meninos. A bem da verdade, como tudo que se caracteriza como público, e portanto de livre acesso a todos que com ela queiram se conectar, a internet não possui uma espécie de auto-censura, ou seja, as informações podem ser das mais absurdas até as do mais alto rigor científico. Portanto, fique de olhos bem abertos, é preciso peneirar, rastrear as informações a serem obtidas na internet, pois como anteriormente mencionado trata-se de um espaço aberto, o quer dizer que qualquer informação pode ser veiculada sem nenhum compromisso nem com a veracidade dos dados, nem com a idoneidade de quem as transmite.


Neste sentido, para o uso voltado para a educação é necessário que tudo seja feito de forma criteriosa e responsável. Para tanto, algumas dicas podem servir como alertas para os momentos de navegação nestas ondas:
  • Tenha sempre em mente que nem tudo pode ser tomado como correto neste veículo. A internet tem muita informação repetida, além de muita publicidade, o que transforma muitas vezes nossa tentativa de pesquisa, num convite à dispersão.
  • Atenção: Não caia na tentação de tirar cópias de tudo que encontrar pela frente, sem antes Ter a certeza de que precisa e vai utilizar imediatamente este material, pois via de regra, aquilo que desejamos ler mais tarde, acaba caindo no esquecimento. Portanto evite o desperdício, só copiando o que, com certeza, você deseja utilizar imediatamente.

  • Lembre-se, na internet não existe censura nem de leitura, nem de escrita. Peneire as informações e, na dúvida, não as tome como verdadeiras antes de checá-las através de outras fontes.
Fazendo uso destas pequenas dicas e do bom senso, tenha a certeza de estar no caminho certo. Aí é só relaxar e navegar.


Dificuldades na mudança do velho estilo de aulas
Quando pensamos na possibilidade do uso da internet em nosso dia-a-dia escolar, não podemos nos esquecer que se trata de um meio extremamente novo e democrático, o que requer paciência, objetividade e visão crítica. É importante termos claro que estamos diante de uma realidade muito nova e, como tal, sua aceitação será processual. Afinal, mudar um esquema consolidado, e a pelo menos 30 anos em exercício, não será da noite para o dia.
Além disso, os computadores e a internet realmente não combinam com as aulas tradicionais, nas quais o professor controla a informação e os alunos executam ordens. É importante considerar que, se formos nos reformulando gradualmente no que diz respeito à forma de conduzirmos nossas aulas, será muito mais produtivo. Uma escola que adota uma tecnologia inovadora como esta, sem se preocupar em alterar sua pedagogia conservadora, terá obviamente efeitos bastante limitados.


Talvez a palavra chave nesta situação seja bom senso, e a grande hora seja esta, em que é grande o apelo dos professores frente a apatia ou até agressividade de seus alunos, dado o desestímulo em que se encontra na maioria dos casos, o que em última análise, reflete diretamente na produtividade e disciplina.
Vale salientar ainda que os Estados Unidos enfrenta, atualmente, basicamente as mesmas dificuldades de adaptação às novas tecnologias trazidas pelo computador / internet que o Brasil, já que também lá só agora os computadores estão aportando na maioria das suas escolas. Um exemplo disso, é o caso da professora Viki, da 7º série da escola Frederick Douglas, uma escola Norte Americana. Tal professora percebendo todo o desinteresse de seus alunos, arregaçou as mangas decidida a reestruturar seu método. Para tanto, aprendeu a manusear as novas mídias, abandonando livros e apostilas tradicionais.
Hoje, suas aulas giram em torno de notícias de jornais, documentários em vídeo, pesquisas na internet e fotografias. Não houve mudança de conteúdo, tendo havido mudança apenas na forma, agora voltada para o mundo e para os assuntos que despertam o interesse das crianças. Viki, ao invés de permanecer horas em pé frente a um quadro negro, agora senta-se com a meninada em frente ao computador, conversa, escuta e delega pequenos projetos. Não há problema de comportamento. Os alunos estão ocupados demais para se distrairem.
Evidentemente a familiaridade de Viki com o computador é uma exceção; a maioria dos educadores ainda se apavora diante desta máquina, porém tudo é uma questão de adaptação.

Fique ligado: Daqui a bem pouco tempo, quem não dominar a informática não encontrará lugar no mercado de trabalho.
E um dos sinais de que este tempo está mais próximo do que se imagina, é o fato de já nos dias atuais algumas empresas já fazerem suas ofertas de emprego via internet. Além disso, aquele aluno que decora livros e tira 10 em todas as provas, está com seus dias contados. Ter a informação não é tão relevante como processá-la, encará-la através de diversos ângulos, o que exige capacidade crítica e flexibilidade para se habituar a um rítmo de mudanças jamais visto.
É comum hoje ouvirmos comentários do tipo: "Tenho alunos que tiram notas excelentes, contudo não sabem pensar..."
A bem da verdade, atualmente é preciso ter em mente que a partir desse momento, não há mais espaço para aquele aluno que simplesmente reproduz a informação. Memorizar e copiar perdem o sentido para decifrar e processar, ou seja, fatores como intuição, criatividade e habilidade para lidar com conflitos, a cada dia ganham mais e mais terrenos.

Finalizando, é importante nos lembrarmos que o profissional atual, para ser considerado bom (mais do que uma "enciclopédia ambulante"), deve ter desenvoltura, associar informações e trabalhar em grupo. Desse profissional diz-se que é preciso ter "jogo de cintura" e esta é a mais absoluta realidade.
A este profissional caberá ainda, saber lidar com os imprevistos, adaptar-se rapidamente às mudanças, fazer pesquisas e interpretar dados.
Assim, o grande desafio apresentado às escolas de hoje é o de ensinar a uma criança que se comunica com qualquer parte do mundo, encontra informaçães sozinha e lida melhor com o computador que os adultos.
As estatísticas já provaram que nos Estados Unidos, escolas informatizadas estão a frente das demais, principalmente quando o assunto é mandar alunos para a universidade. Aliás, também lá mudanças como agrupamento de carteiras, ausência de provas e outras técnicas inovadoras, ainda assustam muitos pais. Uma experiência relatada por Dimenstein, vivida pela Harbor School, em Nova York, ilustra bem esta questão. Tal escola começou a enfrentar muitos problemas com os pais quando as crianças começaram a voltar para casa mais tarde, com a roupa suja e cadernos vazios.

Os pais só relaxaram depois do primeiro Exame Nacional - espécie de provão para os alunos de 1º grau - quando a Harbor superou escolas privadas conceituadíssimas. As classes da Harbor são uma bagunça: há trabalhos, desenhos, fotos penduradas por todo canto, hanmsters e cobras em gaiolas, instrumentos pelo chão, conversas e risadas. Mas as crianças estão invariavelmente ocupadas. Se conversam, é para pedir ajuda ou mostrar o trabalho a um colega. São desenvoltas, independentes, comunicativas - e extremamente curiosas. Apaixonaram-se pelo aprendizado.
Para Dimenstein, o melhor de tudo é que o professor ganhou respeito e admiração. Quando orienta os alunos, não tem as respostas prontas: ajuda-os a encontrá-las. E as crianças adoram isto.
Texto adaptado da revista "Nova escola".

Professora responsável pelo Laboratório de Informática
 Professora Ivonete Rodrigues
Graduada pela Universidade de Pernambuco em Geografia-PE
Pós- graduada em Geografia e Informática pela URCA - RJ

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

8° JOGOS DE URUAS - PETROLINA - PE




A educação física é uma atividade dinâmica que contribui na formação ampla dos sujeitos, em seu aspecto social, bem como no desenvolvimento  de seu lado individual, através de oportunidades lúdicas que proporcionam equilíbrio entre corpo, mente e espaço.Desenvolve as habilidades motoras de qualquer sujeito, além de manter elementos terapêuticos, sejam eles emocionais ou físicos.





O surgimento da educação física se deu desde os tempos primitivos, quando o homem necessitava correr dos animais predadores, pular para pegar alimentos, carregar pesos, arremessar objetos para caçar, etc. Aos poucos, percebeu que seu preparo físico garantiria melhores condições de vida, tanto para trabalhar, interagir e se divertir.











Nas práticas esportivas, nos jogos recreativos ou nos jogos com disputas, os participantes aprendem a lidar com sentimentos de perda, frustração, ansiedade, paciência, respeito ao próximo, dentre outros, além de ter que aprender a esperar sua vez.








O trabalho pedagógico desenvolvido na Educação Física deve estar voltado para a construção da cidadania dos sujeitos, formando elementos críticos e participativos no meio social em que estão inseridos.







Seu objetivo principal deve ser de que o aluno  “adquira a qualificação sócio-histórico-cultural necessária para promover o desenvolvimento de uma racionalidade crítica, autônoma e participativa”.





O caráter competitivo das atividades esportivas nem sempre está presente. Para crianças de até 8 anos de idade as práticas devem estar voltadas para o aspecto lúdico e de recreação, deixando as disputas para crianças maiores, jovens e adultos.





A educação física pode se dividir em várias classes: a escolar, a social, a terapêutica, a esportiva, a recreativa, dentre outras. O profissional também atua orientando sobre cuidados com a saúde, alimentação, problemas do sedentarismo, obesidade, etc.





 
Sabe-se da importância do profissional de educação física para a manutenção da qualidade de vida do ser humano, da sociedade em que se encontra inserido. Esse profissional exerce suas atividades atuando de forma individual (personal trainner) ou coletiva, em clubes, escolas, hotéis e spas, academias, condomínios, empresas, clínicas de recuperação, prefeituras e escolas, etc.



                      APRESENTAÇÕES













                                                                                                                      FUTEBOL





















                         DOMINO E XADREZ




                                   

















                                                                                  PROFESSORES

ALUNO NOTA 10 DO COLÉGIO ESTADUAL DONA GUIOMAR BARRETO MEIRA

Motivação e incentivação da aprendizagem Para que haja uma aprendizagem efetiva e duradoura é preciso que existam propósitos de...