domingo, 28 de novembro de 2010


Certa vez me foi indagado sobre "o que é ser Professor". Sendo assim resolvi criar este Blog para compartilhar a minha visão deste Ser extraordinário que se personifica nos indivíduos que elegem como sua maior prioridade a edificação de uma sociedade mais justa e de um mundo melhor.
O sentido de ser professor foi se revelando a mim ao longo da minha vida.
No caminho que percorri até aqui vivi algumas experiências que moldaram a minha personalidade, embora eu nunca tenha me distanciado dos sonhos e do menino, que ainda hoje, com 45 anos de idade, habita em mim.
Vejo o professor por uma ótica utópica porque pra mim: ensinar, mediar, transmitir, compartilhar ou educar, é algo que vai muito além dos limites da formalidade.
Ser professor é se encaixar no tempo e no espaço, é viver a contemporaneidade respeitando a história individual e o contexto sócio cultural de cada um.
É se despir dos preconceitos e fazer do seu cotidiano sua aprendizagem, é estar consciente do quanto pode aprender com seus alunos.

Ser professor não é profissão, é uma missão, é caminhar sempre de frente para o sol e nunca permitir que sua sombra lhe guie, o afastando do seu objetivo maior, a educação. Mas esse é o meu ponto de vista que procuro expor através destas palavras, então, faço deste blog um espaço de pesquisa e manifestações a respeito da questão:
“ O que é ser Professor?”


Ser professor é... Dar sem exigir nada em troca. É passar conhecimentos e experiências sem medo de está preparando um concorrente. É preparar o aluno para o dia-a-dia de sua profissão e para ser um cidadão. É motivar o aluno para que ele conte nos dedos o dia de aula. É gostar do que faz.


Todos nós viemos ao mundo com uma missão. A minha é ensinar.


Ser professor
É ter o cotidiano de se reeducar,
E viver do oficio para educar.

Ser professor
É ser um devoto de fervor do saber,
E um conselheiro diante dos erros.



Ser professor
É ser resignado e ter paciência,
Na esperança de dias melhores.

Ser professor
É ser um incentivador de um futuro feliz,
E um multiplicador de sonhos.

Ser professor
É ser um transmissor de valores,
E um modelo exemplar de bem viver.




 

Ser professor
É ser artista motivador da reflexão e da razão,
E ter na sua obra de arte o aprendizado.

Ser professor
É ser um grande construtor de sonhos,
E ver nos olhos do alunado um futuro feliz

Ser professor
É ser mediador do conhecimento,
E saber ensinar a pensar no aprender.

 







Ser professor
É ser sacerdote de pregação da igualdade social,
E receber pouco e retribuir com muito amor.













    








Ser professor
É ser movido por impulsos, razões e emoções;
E ensinar um bem maior: um amar ao outro. 







sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O USO DO MICRO NAS ESCOLAS



De acordo com reportagem recente da revista "Nova Escola", até o final deste ano, se tudo correr bem, cerca de 6 mil escolas públicas de todo o Brasil estarão recebendo do MEC, alguns micros computadores conectados a rede Internet."
Mas cá pra nós, está claro para todos estes beneficiários, qual a grande vantagem que esta ferramenta poderá trazer? E mais, alguém foi treinado para trabalhar com ela? Ou sendo mais objetiva, alguém sabe o que é essa tal de internet?


Bem, vamos por partes. A internet, em linhas gerais, é a rede mundial de computadores, ou seja, é o conjunto de empresas, universidades, orgãos governamentais, pessoas físicas ou qualquer outra entidade da face da Terra que possua um computador com um aparelho que permita transmitir informação pela rede telefônica. Pode-se dizer com segurança que é a mais ampla fonte de dados que existe. 


Mas, não é por isto que a internet precisa ser vista como a "condição sine Qua non" para que as escolas repensem seus métodos, atualizem-se ou, pelo menos, se aproximem o máximo possível do cotidiano de nossos meninos. A bem da verdade, como tudo que se caracteriza como público, e portanto de livre acesso a todos que com ela queiram se conectar, a internet não possui uma espécie de auto-censura, ou seja, as informações podem ser das mais absurdas até as do mais alto rigor científico. Portanto, fique de olhos bem abertos, é preciso peneirar, rastrear as informações a serem obtidas na internet, pois como anteriormente mencionado trata-se de um espaço aberto, o quer dizer que qualquer informação pode ser veiculada sem nenhum compromisso nem com a veracidade dos dados, nem com a idoneidade de quem as transmite.


Neste sentido, para o uso voltado para a educação é necessário que tudo seja feito de forma criteriosa e responsável. Para tanto, algumas dicas podem servir como alertas para os momentos de navegação nestas ondas:
  • Tenha sempre em mente que nem tudo pode ser tomado como correto neste veículo. A internet tem muita informação repetida, além de muita publicidade, o que transforma muitas vezes nossa tentativa de pesquisa, num convite à dispersão.
  • Atenção: Não caia na tentação de tirar cópias de tudo que encontrar pela frente, sem antes Ter a certeza de que precisa e vai utilizar imediatamente este material, pois via de regra, aquilo que desejamos ler mais tarde, acaba caindo no esquecimento. Portanto evite o desperdício, só copiando o que, com certeza, você deseja utilizar imediatamente.

  • Lembre-se, na internet não existe censura nem de leitura, nem de escrita. Peneire as informações e, na dúvida, não as tome como verdadeiras antes de checá-las através de outras fontes.
Fazendo uso destas pequenas dicas e do bom senso, tenha a certeza de estar no caminho certo. Aí é só relaxar e navegar.


Dificuldades na mudança do velho estilo de aulas
Quando pensamos na possibilidade do uso da internet em nosso dia-a-dia escolar, não podemos nos esquecer que se trata de um meio extremamente novo e democrático, o que requer paciência, objetividade e visão crítica. É importante termos claro que estamos diante de uma realidade muito nova e, como tal, sua aceitação será processual. Afinal, mudar um esquema consolidado, e a pelo menos 30 anos em exercício, não será da noite para o dia.
Além disso, os computadores e a internet realmente não combinam com as aulas tradicionais, nas quais o professor controla a informação e os alunos executam ordens. É importante considerar que, se formos nos reformulando gradualmente no que diz respeito à forma de conduzirmos nossas aulas, será muito mais produtivo. Uma escola que adota uma tecnologia inovadora como esta, sem se preocupar em alterar sua pedagogia conservadora, terá obviamente efeitos bastante limitados.


Talvez a palavra chave nesta situação seja bom senso, e a grande hora seja esta, em que é grande o apelo dos professores frente a apatia ou até agressividade de seus alunos, dado o desestímulo em que se encontra na maioria dos casos, o que em última análise, reflete diretamente na produtividade e disciplina.
Vale salientar ainda que os Estados Unidos enfrenta, atualmente, basicamente as mesmas dificuldades de adaptação às novas tecnologias trazidas pelo computador / internet que o Brasil, já que também lá só agora os computadores estão aportando na maioria das suas escolas. Um exemplo disso, é o caso da professora Viki, da 7º série da escola Frederick Douglas, uma escola Norte Americana. Tal professora percebendo todo o desinteresse de seus alunos, arregaçou as mangas decidida a reestruturar seu método. Para tanto, aprendeu a manusear as novas mídias, abandonando livros e apostilas tradicionais.
Hoje, suas aulas giram em torno de notícias de jornais, documentários em vídeo, pesquisas na internet e fotografias. Não houve mudança de conteúdo, tendo havido mudança apenas na forma, agora voltada para o mundo e para os assuntos que despertam o interesse das crianças. Viki, ao invés de permanecer horas em pé frente a um quadro negro, agora senta-se com a meninada em frente ao computador, conversa, escuta e delega pequenos projetos. Não há problema de comportamento. Os alunos estão ocupados demais para se distrairem.
Evidentemente a familiaridade de Viki com o computador é uma exceção; a maioria dos educadores ainda se apavora diante desta máquina, porém tudo é uma questão de adaptação.

Fique ligado: Daqui a bem pouco tempo, quem não dominar a informática não encontrará lugar no mercado de trabalho.
E um dos sinais de que este tempo está mais próximo do que se imagina, é o fato de já nos dias atuais algumas empresas já fazerem suas ofertas de emprego via internet. Além disso, aquele aluno que decora livros e tira 10 em todas as provas, está com seus dias contados. Ter a informação não é tão relevante como processá-la, encará-la através de diversos ângulos, o que exige capacidade crítica e flexibilidade para se habituar a um rítmo de mudanças jamais visto.
É comum hoje ouvirmos comentários do tipo: "Tenho alunos que tiram notas excelentes, contudo não sabem pensar..."
A bem da verdade, atualmente é preciso ter em mente que a partir desse momento, não há mais espaço para aquele aluno que simplesmente reproduz a informação. Memorizar e copiar perdem o sentido para decifrar e processar, ou seja, fatores como intuição, criatividade e habilidade para lidar com conflitos, a cada dia ganham mais e mais terrenos.

Finalizando, é importante nos lembrarmos que o profissional atual, para ser considerado bom (mais do que uma "enciclopédia ambulante"), deve ter desenvoltura, associar informações e trabalhar em grupo. Desse profissional diz-se que é preciso ter "jogo de cintura" e esta é a mais absoluta realidade.
A este profissional caberá ainda, saber lidar com os imprevistos, adaptar-se rapidamente às mudanças, fazer pesquisas e interpretar dados.
Assim, o grande desafio apresentado às escolas de hoje é o de ensinar a uma criança que se comunica com qualquer parte do mundo, encontra informaçães sozinha e lida melhor com o computador que os adultos.
As estatísticas já provaram que nos Estados Unidos, escolas informatizadas estão a frente das demais, principalmente quando o assunto é mandar alunos para a universidade. Aliás, também lá mudanças como agrupamento de carteiras, ausência de provas e outras técnicas inovadoras, ainda assustam muitos pais. Uma experiência relatada por Dimenstein, vivida pela Harbor School, em Nova York, ilustra bem esta questão. Tal escola começou a enfrentar muitos problemas com os pais quando as crianças começaram a voltar para casa mais tarde, com a roupa suja e cadernos vazios.

Os pais só relaxaram depois do primeiro Exame Nacional - espécie de provão para os alunos de 1º grau - quando a Harbor superou escolas privadas conceituadíssimas. As classes da Harbor são uma bagunça: há trabalhos, desenhos, fotos penduradas por todo canto, hanmsters e cobras em gaiolas, instrumentos pelo chão, conversas e risadas. Mas as crianças estão invariavelmente ocupadas. Se conversam, é para pedir ajuda ou mostrar o trabalho a um colega. São desenvoltas, independentes, comunicativas - e extremamente curiosas. Apaixonaram-se pelo aprendizado.
Para Dimenstein, o melhor de tudo é que o professor ganhou respeito e admiração. Quando orienta os alunos, não tem as respostas prontas: ajuda-os a encontrá-las. E as crianças adoram isto.
Texto adaptado da revista "Nova escola".

Professora responsável pelo Laboratório de Informática
 Professora Ivonete Rodrigues
Graduada pela Universidade de Pernambuco em Geografia-PE
Pós- graduada em Geografia e Informática pela URCA - RJ

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

8° JOGOS DE URUAS - PETROLINA - PE




A educação física é uma atividade dinâmica que contribui na formação ampla dos sujeitos, em seu aspecto social, bem como no desenvolvimento  de seu lado individual, através de oportunidades lúdicas que proporcionam equilíbrio entre corpo, mente e espaço.Desenvolve as habilidades motoras de qualquer sujeito, além de manter elementos terapêuticos, sejam eles emocionais ou físicos.





O surgimento da educação física se deu desde os tempos primitivos, quando o homem necessitava correr dos animais predadores, pular para pegar alimentos, carregar pesos, arremessar objetos para caçar, etc. Aos poucos, percebeu que seu preparo físico garantiria melhores condições de vida, tanto para trabalhar, interagir e se divertir.











Nas práticas esportivas, nos jogos recreativos ou nos jogos com disputas, os participantes aprendem a lidar com sentimentos de perda, frustração, ansiedade, paciência, respeito ao próximo, dentre outros, além de ter que aprender a esperar sua vez.








O trabalho pedagógico desenvolvido na Educação Física deve estar voltado para a construção da cidadania dos sujeitos, formando elementos críticos e participativos no meio social em que estão inseridos.







Seu objetivo principal deve ser de que o aluno  “adquira a qualificação sócio-histórico-cultural necessária para promover o desenvolvimento de uma racionalidade crítica, autônoma e participativa”.





O caráter competitivo das atividades esportivas nem sempre está presente. Para crianças de até 8 anos de idade as práticas devem estar voltadas para o aspecto lúdico e de recreação, deixando as disputas para crianças maiores, jovens e adultos.





A educação física pode se dividir em várias classes: a escolar, a social, a terapêutica, a esportiva, a recreativa, dentre outras. O profissional também atua orientando sobre cuidados com a saúde, alimentação, problemas do sedentarismo, obesidade, etc.





 
Sabe-se da importância do profissional de educação física para a manutenção da qualidade de vida do ser humano, da sociedade em que se encontra inserido. Esse profissional exerce suas atividades atuando de forma individual (personal trainner) ou coletiva, em clubes, escolas, hotéis e spas, academias, condomínios, empresas, clínicas de recuperação, prefeituras e escolas, etc.



                      APRESENTAÇÕES













                                                                                                                      FUTEBOL





















                         DOMINO E XADREZ




                                   

















                                                                                  PROFESSORES

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Dia da criança - Dia de alegria




MONTE CASTELO
(Legião Urbana)


Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É só amor, é só amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece

O amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria

É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face

É só amor, é só amor
Que conhece o que é verdade

Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria





Amor ...Educação...




Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
 






"Não se pode falar de educação sem amor. "

(Paulo Freire)



"Um homem não deveria nunca parar de aprender, nem no seu último dia."
(Moses Maimonides)




"Fale, e eu esquecerei; Ensine-me, e eu poderei lembrar; Envolva-me, e eu aprenderei."
(Benjamin Franklin)

domingo, 7 de novembro de 2010




CISA - Centro de Informação sobre Saúde e Álcool




Sugere-se que a participação de jovens em atividades esportivas possa atuar na prevenção de problemas de conduta, entre eles, o uso de álcool e outras drogas. Entretanto, muitos são os fatores inteferentes sobre essa relação, como a rede social do jovem, a segregação por idade e o tipo de esporte praticado. 


Assim, considerando-se esses fatores, o presente estudo teve como propósito avaliar como a prática de esportes, durante a adolescência, pode predizer o uso de álcool na etapa tardia da adolescência e na fase adulta. Para isso, uma amostra de estudantes noruegueses de 13 a 19 anos de idade foram avaliados e acompanhados após 2, 7 e 13 anos (n=3251), até o ano de 2006, quando já se encontravam na idade adulta. Entre as variáveis estudadas, avaliou-se como o uso de álcool variava conforme o tipo de esporte praticado (coletivo versus individual), habilidades necessárias à sua execução (resistência, força ou técnica) e nível de competição.


No início do estudo, metade dos estudantes estava envolvida em atividades esportivas (50,7%). Os estudantes que não estavam envolvidos em tal prática apresentaram maior freqüência de episódios de embriaguez, relação que se inverteu nos últimos dois períodos de avaliação. Quanto ao tipo de atividade, estudantes que praticavam esportes de resistência (corrida, natação, etc.) envolveram-se menos com o uso de álcool que esportes de força e que exigissem técnica (musculação, boxe, ginástica, artes marciais, etc.), em parte porque as conseqüências do uso de álcool (como a ressaca, por exemplo) interferiam diretamente na capacidade física dos estudantes praticantes desse tipo de esporte. Em contraposição, estudantes praticantes de esportes coletivos apresentaram maior envolvimento com o uso de álcool, provavelmente devido à influência social desse tipo de esporte na vida do estudante, facilitando a aquisição de álcool e as oportunidades de consumo.


Portanto, conforme os autores, antes de generalizar que a prática esportiva previne o uso de álcool, além das características individuais do sujeito, devem ser consideradas as características do esporte que podem, ou não, interferir sobre esse tipo de consumo.




Transformae - Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira

Com arte e cultura, virada educacional movimenta escolas estaduais “Tomando Partido Pela Es...