Postagens

Mostrando postagens de Julho, 2011

Último voo da Atlantis

Imagem
Último voo da Atlantis encerra era dos ônibus espaciais norte-americanos                                     21/7/2011 9:47,  Por Redação, com agências internacionais - de Cabo Canaveral, EUA 
Em seu último voo, pouso da Atlantis é suave rumo ao museu
Sob um céu limpo, o ônibus espacial Atlantis aterrissou no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, nesta quinta-feira. O pouso executado pelo comandante Chris Ferguson marcou o fim de uma jornada de 8,4 milhões de quilômetros e encerrou um capítulo-chave da história espacial mundial.  A Atlantis retornou da 135ª missão espacial de um programa iniciado pelos Estados Unidos em 1981. Nesses 30 anos, os voos espaciais pareceram entrar para a rotina, apesar dos dois acidentes que causaram a morte de 14 astronautas e destruíram duas das naves espaciais da NASA: a Challenger e a Columbia.  O comitê de investigação do último acidente, ocorrido em 2003, recomendou que os ônibus espaciais fossem aposentados depois do término da construção …

Feudalismo

Imagem
Introdução 
O feudalismo tem inicio com as invasões germânicas (bárbaras ), no século V, sobre o Império Romano do Ocidente (Europa). As características gerais do feudalismo são: poder descentralizado (nas mãos dos senhores feudais), economia baseada na agricultura e utilização do trabalho dos servos. 

Estrutura Política do Feudalismo
Prevaleceram na Idade Média as relações de vassalagem e suserania. O suserano era quem dava um lote de terra ao vassalo, sendo que este último deveria prestar fidelidade e ajuda ao seu suserano. O vassalo oferece ao senhor, ou suserano, fidelidade e trabalho, em troca de proteção e um lugar no sistema de produção. As redes de vassalagem se estendiam por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso. Todos os poderes, jurídico, econômico e político concentravam-se nas mãos dos senhores feudais, donos de lotes de terras (feudos).

Sociedade feudal 
A sociedade feudal era estática (com pouca mobilidade social) e hierarquizada. A nobreza feudal (senhore…

GELO FINO

Imagem
Um urso-polar navega no verão do arquipélago norueguês de Svalbard. O gelo marinho é um hábitat crucial para o maior predador do Ártico, mas a alta nas temperaturas prolonga os períodos sem gelo que sobrecarregam os animais.

O veloz aquecimento global poderá derreter no verão boa parte do Ártico já em 2050. Sem sua plataforma congelada para caçar, como os ursos-polares irão sobreviver?
Em agosto de 1881, o naturalista John Muir partiu do Alasca no vapor Thomas Corwin em busca de três navios que se perderam no Ártico. Na costa de Point Barrow, ele avistou três ursos-polares, "uns bichos magníficos, vigorosos, gozando sua força no seio da vastidão gelada", descreveu. Mas, se Muir zarpasse de Point Barrow em agosto de 2010, qualquer urso que ele visse estaria nadando em mar aberto, queimando preciosas reservas de gordura. O hábitat de gelo marinho está desaparecendo. E depressa. Os ursos-polares singram o nicho ártico onde água, gelo e ar se encontram. Esplendidament…

Desmatamento

Imagem
História do desmatamento no Brasil  O desmatamento, também chamado de desflorestamento, nas florestas brasileiras começou no instante da chegada dos portugueses ao nosso país, no ano de 1500. Interessados no lucro com a venda do pau-brasil na Europa, os portugueses iniciaram a exploração da Mata Atlântica. As caravelas portuguesas partiam do litoral brasileiro carregadas de toras de pau-brasil para serem vendidas no mercado europeu. Enquanto a madeira era utilizada para a confecção de móveis e instrumentos musicais, a seiva avermelhada do pau-brasil era usada para tingir tecidos. 
Desmatamento na Amazônia e na Mata Atlântica Desde então, o desmatamento em nosso país foi uma constante. Depois da Mata Atlântica, foi a vez da Floresta Amazônica sofrer as conseqüências da derrubada ilegal de árvores. Em busca de madeiras de lei como o mogno, por exemplo, empresas madereiras instalaram-se na região amazônica para fazer a exploração ilegal. Um relatório divulgado pela WWF ( ONG dedicada a…

O bilionário emirado de Dubai, “onde o dinheiro não tem qualquer outro objetivo que não seja sua multiplicação e endeusamento”

Imagem
Amigos, foi só falar no emirado de Catar (leia post) e, por coincidência, dei com um texto extraordinário sobre outro emirado bilionário, Dubai – aquele das gigantescas ilhas artificiais com milhares de casas de luxo, dos edifícios altíssimos, do hotel em forma de vela, o Burj Al Arab, que se diz o mais luxuoso do planeta e coloca à disposição dos hóspedes uma frota de Rolls-Royces, do hipódromo de 3 bilhões de dólares, da pista de esqui, com neve e tudo, funcionando enquanto fora há um calor de 50 graus. Trata-se de um artigo do jornalista escocês A. A. Gill, crítico de gastronomia do jornal britânico The Sunday Times e da revista norte-americana Vanity Fair. A Vanity Fair enviou-o a Dubai e o resultado, na edição de abril, é uma pequena obra-prima sobre a insânia de tentar construir um paraíso artificial inteiramente descolado de sua realidade social, política, histórica e geográfica – que, além de tudo, está entrando em colapso financeiro. Gill se horrorizou com a ar…