quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Formatura 9° ano - Escola Municipal Félix Manoel dos Santos

Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.
Buda
                                          Professores e alunos homenageados
                                                  Equipe Félix Manoel
        Professor Lincomberg e Alunas!!!












                                             Formanda Joana Dark


Formanda Fernanda




















   Grande Socorro


Aula da Saudade dos alunos da Escola Municipal Félix Manoel dos Santos

         

           Saudade é solidão acompanhada, 
           é quando o amor ainda não foi embora, 
mas o amado já...


Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais... 

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam... 




Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: 
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.


O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.
Pablo Neruda

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

100 ANOS DE LUIZ GONZAGA – O REI DO BAIÃO


CRONOLOGIA DA VIDA DE LUIZ GONZAGA
1912
Dia 13 de dezembro, sexta-feira. Nasce LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO, na Fazenda Caiçara, em Exu, situada junto a Serra do Araripe, Pernambuco. Segundo dos nove filhos do casal Januário José dos Santos, o Mestre Januário, sanfoneiro de 8 baixos afamado na região, e Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana.
1920
O filho do Mestre Januário recebe seu primeiro cachê ao tocar substituindo o sanfoneiro em festa tradicional na fazenda: 20$000 (vinte mil réis). Ainda adolescente, torna-se conhecido em boa parte das regiões vizinhas.
1926
Aos treze anos, Luiz Gonzaga compra sua primeira sanfona, na cidade de Ouricuri, graças ao empréstimo concedido pelo coronel Manoel Ayres de Alencar: um 8 Baixos, Koch, marca veado, igual ao do Mestre Januário, ao preço de 120 mil réis. Quando saldou sua dívida, anunciou ao coronel Ayres que não iria mais trabalhar com ele, pois a partir de então, seria sanfoneiro profissional.
1929
Participa de um grupo de escoteiros e conhece Nazarena, por quem se apaixona e com quem namora às escondidas. Rejeitado pelo pai da moça, de família importante, aproveita o dia da feira e vai tirar satisfações da desfeita armado com uma faquinha, após uns goles de cana. Leva uma surra de Santana e foge de casa para o Crato, no Ceará, onde vende sua sanfoninha de 8 baixos.
1930
Luiz Gonzaga aumenta sua idade para sentar praça no Exército, na cidade de Fortaleza. Com o advento da Revolução de 30 segue em missão militar pelo Brasil como soldado Nascimento. Mestre Januário consegue reaver a sanfona vendida no Crato por 80 mil réis, através de um amigo, o Sr. José Lindolfo.
1931
Após o término do tempo legal de serviço militar, o soldado Nascimento escolhe continuar servindo no Exército, instituição que representou o papel de uma grande e importante escola. Nas horas vagas acompanhava, pelos programas de rádio, os sucessos musicais da época.
1933
Por não conhecer a escala musical, é reprovado num concurso para músico numa unidade do exército, em Minas Gerais. Vira tambor-corneteiro e ganha o apelido de “bico de aço”.
1936
Gonzaga aprende a tocar sanfona de 120 baixos em Minas Gerais, com um soldado de polícia chamado Domingos Ambrósio. Para treinar, adquire uma sanfona de 48 baixos e aproveita as folgas da caserna para tocar em festas.
1938
Gonzaga é ludibriado por um caixeiro-viajante, a quem paga 500 mil réis em prestações mensais para adquirir uma sanfona branca, Honner, de 80 baixos. Foge do quartel, em Ouro Fino (MG), para ir buscar a sanfona em São Paulo. Lá chegando, descobre que não vendiam sanfona no endereço que o caixeiro lhe dera. Ao retornar ao hotel onde se hospedara, acaba comprando uma sanfona igualzinha à que tinha ido buscar, pelo valor das prestações que faltavam pagar, 700 mil réis, e que ele havia arrecadado com a venda da sanfona de 48 baixos.
1939
Luiz Gonzaga dá baixa das Forças Armadas, impulsionado por um decreto que proibia para os soldados um engajamento superior a dez anos no Exército. Desembarca no Rio com bilhetes comprados para Recife, de navio, e Exu, de trem. Enquanto aguardava a chegada do navio que o levaria ao Recife, resolve conhecer o Mangue, o bairro boêmio vizinho. E lá, com sua sanfona Honner branca, faz sucesso tocando valsas, tangos, choros, foxtrotes e outros ritmos da época. Através de um músico amigo, o baiano Xavier Pinheiro, casado com uma portuguesa, Gonzaga vai morar no morro de São Carlos, à época tranqüilo reduto português no Rio.
1940
Luiz Gonzaga modifica o seu repertório, pressionado por estudantes cearenses, e consegue tirar nota máxima no programa Calouros em desfile, de Ary Barroso, na Rádio Tupi, executando a música Vira e Mexe, um “xamego” (chorinho) lá do seu pé-de-serra. Pouco tempo depois vai trabalhar com Zé do Norte no programa A hora sertaneja, na Rádio Transmissora. Chega ao Rio seu irmão José Januário Gonzaga, fugindo da seca devastadora e trazendo um pedido de ajuda por parte de Santana. Zé Gonzaga passa a morar com o irmão.
1941
5 de março. Data da primeira participação de Luiz Gonzaga numa gravação da Victor, atuando como sanfoneiro da dupla Genésio Arruda e Januário França, na “cena cômica” A viagem de Genésio. Seu talento chama a atenção de Ernesto Augusto Matos, chefe do setor de vendas da Victor. E no dia 14 de março Luiz Gonzaga grava, assinando pela primeira vez como artista principal, e exclusivo da Victor, quatro músicas que são lançadas em dois 78 rotações. É publicada a primeira reportagem sobre Luiz Gonzaga na revista carioca Vitrine, com o título Luiz Gonzaga, o virtuoso do acordeom. Ainda em 41, Gonzaga grava mais dois 78 rotações. O sucesso havia chegado, e Gonzaga já era chamado como “o maior sanfoneiro do nordeste, e até do Brasil”.
1944
O apelido “Lua”, invenção de Dino 7 Cordas pelo rosto arredondado de Gonzaga, é divulgado pelo radialista Paulo Gracindo na Rádio Nacional.
1945
11 de abril. Luiz Gonzaga grava o 25º disco de sua carreira como sanfoneiro, e o primeiro como cantor, com as músicas Dança Mariquinha, mazurca de sua autoria com letra de Miguel Lima, e Impertinente, polca também de sua autoria, instrumental. Mas a afirmação como intérprete só chega com o 31º disco, lançado em novembro, pelo sucesso estrondoso da mazurca Cortando o pano, uma parceria com Miguel Lima e Jeová Portella. Em 22 de setembro nasce Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, Gonzaguinha, fruto de um relacionamento com a cantora Odaléia Guedes. Desejoso de encontrar o parceiro certo para expressar sua musicalidade sertaneja, Luiz Gonzaga procura o cearense Lauro Maia. Este apresenta-lhe o cunhado, também cearense, advogado e poeta, Humberto Teixeira. Era o mês de agosto. Esse primeiro encontro rendeu a primeira parceria, No meu pé de serra, xote que só seria gravado em novembro do ano seguinte.
1946
No mês de outubro o conjunto Quatro Ases e um Coringa, da Odeon, acompanhado pela sanfona de Luiz Gonzaga, grava a segunda parceria de Gonzaga e Humberto Teixeira, a música Baião, sucesso em todo país. Depois de receber a visita de Santana, Gonzaga volta à sua terra, Exu, após 16 anos ausente. No retorno para o Rio, passa pela primeira vez no Recife, participando de vários programas de rádio e muitas festas. Nesse momento conhece Sivuca, Nelson Ferreira, Capiba e Zédantas, estudante de medicina, músico por vocação, apaixonado pela cultura nordestina.
1947
Luiz Gonzaga grava em março o 78 rpm que se tornaria um clássico da música brasileira: a toada Asa Branca, sua terceira parceria com Humberto Teixeira, inspirado no repertório de tradição oral nordestino. A partir desse ano, Luiz Gonzaga adota o chapéu de couro semelhante ao usado por Lampião, a quem tinha verdadeira admiração, à sua apresentação artística, – embora a Rádio Nacional ainda não o permitisse apresentar-se ‘como cangaceiro’ nos seus programas – assumindo, ao mesmo tempo em que também plasmava, a identidade nordestina no cenário nacional. Num domingo de julho, Gonzaga conhece na Rádio Nacional, a contadora Helena das Neves Cavalcanti, e a contrata para ser sua secretária. Rapidamente o namoro acontece, e Gonzaga pensa em casar.
1948
No dia 16 de junho Luiz Gonzaga e Helena casam-se no Rio de Janeiro, e passam a morar, juntamente com a mãe de Helena, dona Marieta, no bairro de Cachambi.
1949
Aproveitando uma folga entre as gravações, Luiz Gonzaga leva a esposa e sogra para conhecerem o Araripe, e sua terra Exu. Porém, interrompem a viagem quando estavam no Crato, por causa das desavenças e mortes entre os Sampaio e os Alencar. A grande violência que marcava a disputa entre os clãs rivais ameaçava sua família, ligada aos Alencar. Preocupado, Gonzaga aluga uma casa no Crato, para onde leva seus pais e irmãos, enquanto preparava a mudança de sua família para o Rio de Janeiro, o que ocorreu ainda em 49.
1950
Em janeiro, o médico formando Zédantas chega ao Rio, a fim de prestar residência no Hospital dos Servidores, para alegria de Gonzaga, que vai esperá -lo na plataforma da estação de trem. Nesse ano, Luiz Gonzaga lançou, gravando ou cedendo para outros intérpretes, mais de vinte músicas inéditas, a maioria parcerias com Humberto Teixeira e Zédantas que se tornariam clássicos da MPB. Em junho lança a música A dança da moda, parceria com Zédantas que retratava a febre nacional pelo baião.
1951
Luiz Gonzaga já era o consagrado ‘Rei do Baião’, e o advogado Humberto Teixeira o ‘Doutor do Baião’! Em maio Luiz Gonzaga sofre um grave acidente de carro, junto com seus músicos: João André Gomes, apelidado Catamilho, do zabumba, e Zequinha, do triângulo. Humberto Teixeira candidata-se a Deputado Federal, e recebe o apoio do parceiro. Durante todo o ano de 51 Gonzaga foi convidado permanente da série No Mundo do Baião, produzido por Zédantas, parte das atrações do Departamento de Música Brasileira da Rádio Nacional, cuja direção era de Humberto Teixeira. Gonzaga havia aproximado os dois parceiros, mas essa convivência era difícil e durou pouco tempo. Foi No Mundo do Baião que Luiz Gonzaga coroou, com chapéu de couro, Carmélia Alves como Rainha do Baião. Ela interpretava o baião com acompanhamento de orquestra, e levava a música do Rei para as boates e ambientes da elite. Luiz Gonzaga e Helena adotam uma menina: Rosa Maria.
1952
Outubro de 1952, data do 71º disco da carreira de Gonzaga, o último 78 rpm com Humberto Teixeira, músicas já lançadas em anos anteriores. Hervê Cordovil é apresentado à Gonzaga por Carmélia Alves, e tornam-se parceiros.
1953
Catamilho é afastado por Gonzaga do seu conjunto, e Zequinha o acompanha. Gonzaga contrata Jurai Nunes, o Cacau, para tocar zabumba, e Oswaldo Nunes Pereira, o Xaxado para o triângulo. Mais tarde, por causa de sua baixa estatura, Xaxado seria apelidado de Salário Mínimo.
1954
Luiz Gonzaga conhece Neném, mais tarde Dominguinhos, aos 14 anos, na cidade de Garanhuns. Nesse mesmo ano seu primo, o vaqueiro Raimundo Jacó, é assassinado na região do Araripe.
1955
1955 Luiz Gonzaga apresenta o trio formado por Marinês, Abdias e Chiquinho, que ficou conhecido como Patrulha de Choque Luiz Gonzaga.
1956
Marinês é coroada Rainha do Xaxado na Rádio Mayrink Veiga. A cantora japonesa Keiko Ikuta grava as músicas Baião de Dois e Paraíba.

1960
11 de junho: morre Santana, vitimada pela doença de Chagas, no Rio de Janeiro. 05 de novembro: Januário, aos 71 anos, casa-se com Maria Raimunda de Jesus, 32 anos, no Exu. Gonzaga participa, gratuitamente, da campanha de Jânio Quadros à Presidência da República.
1961
Gonzaguinha vai morar com o pai em Cocotá, Rio de Janeiro. Luiz Gonzaga torna-se maçom, e sofre outro acidente de carro que lhe desfigura o lado direito do rosto, ferindo gravemente o seu olho.
1962
11 de março: morre Zédantas, aos 41 anos. Luiz Gonzaga conhece João Silva.
1963
Luiz Gonzaga teve sua sanfona Universal, preta, roubada. Antenógenes Silva, seu amigo e afinador, lhe empresta uma sanfona branca. A partir de então, adota a cor branca para suas sanfonas, e a inscrição “É do povo” em todos os seus instrumentos. Luiz Gonzaga conhece o poeta cearense Patativa do Assaré.
1964
Gonzaga compra terrenos em Exu, onde irá construir o Parque Aza Branca.


1968
Carlos Imperial, apresentador de programas de rádio e televisão, espalha o boato de que The Beatles gravara a toada Asa Branca. Luiz Gonzaga conhece Edelzuíta Rabelo, advogada, numa festa junina em Caruaru.
1971
A Missa do Vaqueiro é celebrada pela primeira vez, em memória de Raimundo Jacó. Desde então passa a ser anualmente celebrada, tornando-se evento tradicional em Pernambuco.
1972
Gonzaga apresenta o espetáculo Luiz Gonzaga volta para curtir, no Teatro Tereza Rachel, no Rio, produzido por Capinam, para uma platéia formada maciçamente por estudantes. Nesse ano, rompe o contrato de 32 anos com a RCA.

1973
Gonzaga é levado para a EMI-Odeon por Fernando Lobo, onde permanece por dois anos. Recebe o título de Cidadão Paulista, e inicia a reforma dos imóveis que havia comprado na entrada da cidade de Exu.
1975
Luiz Gonzaga reencontra Edelzuíta, o grande amor da fase final de sua vida.
1976
Luiz Gonzaga assina novamente contrato com a RCA Victor.
1978
11 de junho: morre o Mestre Januário.
1979
No mês de outubro morre Humberto Teixeira.

1980
Luiz Gonzaga canta para o Papa João Paulo II na capital cearense. Inicia, em parceria com Gonzaguinha, a turnê do show Vida do Viajante, que percorre várias cidades brasileiras, estendendo-se até o ano seguinte, quando é lançado o álbum duplo da gravação do show, ao vivo.
1982
Luiz Gonzaga viaja para Paris, onde se apresenta na casa de espetáculos Bobino, na noite de 16 de maio, a convite da cantora amazonense Nazaré Pereira. A partir desse ano, Luiz Gonzaga passa a assinar como Gonzagão quase todos os seus disco, forma como havia sido chamado por ocasião de sua turnê com Gonzaguinha.
1984
Gonzaga recebe o primeiro disco de Ouro com o LP Danado de Bom, no qual tinha João Silva por principal parceiro, e que receberia um segundo Disco de Ouro em seguida. João Silva seria seu grande parceiro, a partir de então. Morre Jackson do Pandeiro. Gonzaga recebe o Prêmio Shell.
1985
Gonzaga recebe o prêmio Nipper de Ouro, homenagem internacional da RCA a um artista de seu quadro. Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro para o LP Sanfoneiro Macho.

1986
Luiz Gonzaga participa do festival de música brasileira na França, Couleurs Brésil, evento que inaugura o programa dos anos Brasil-França 86-88. O Rei do Baião apresentou-se na Grande Halle de La Villette no show de encerramento, junto com outros artistas brasileiros, para um público aproximado de 15 mil pessoas. O LP Forró de Cabo a Rabo, deu a Luiz Gonzaga dois discos de ouro e um de platina.
1988
Em junho pede o desquite, separa-se de Helena, e assume o relacionamento com Edelzuíta Rabelo. Neste ano também desliga-se definitivamente da RCA.



1989
Luiz Gonzaga grava pela Copacabana Records seus últimos discos. 21 de junho: é internado no Hospital Santa Joana, no Recife. 02 de agosto: morre Luiz Gonzaga, aos 76 anos de idade.
Fonte: Memorial Luiz Gonzaga

domingo, 9 de dezembro de 2012

Dia de apresentações - 6° ano A



Criação da data

O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à  comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro. Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.


Comemoração

O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. 



Os jovens fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.


Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclóricas.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Brasileiro mergulha no Havaí com tubarões ameaçados de extinção


Tubarão-das-Galápagos pode desaparecer da natureza, segundo IUCN.
Fotografias subaquáticas foram feitas no início deste mês, nos EUA.


tubarão-das-Galápagos (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)Exemplar de tubarão-das-Galápagos passa
sob embarcação com pesquisadores
(Foto: Divulgação/Daniel Botelho)
Em viagem para o Havaí, nos Estados Unidos, no início de dezembro, o fotógrafo brasileiro Daniel Botelho, especializado em imagens subaquáticas, conseguiu registrar o momento em que cinco exemplares de tubarão-das-Galápagos (Carcharhinus galapagensis) nadavam próximo a uma embarcação com pesquisadores da Universidade de Honolulu.

Botelho conta que o grupo de tubarões passou a seguir o barco em alto mar e, acostumado a mergulhar com espécies consideradas perigosas, decidiu entrar na água com seu equipamento para fazer o registro dos animais

“Não tinha expectativa alguma de encontrar os tubarões. Eram exemplares adultos, que normalmente gostam de estabelecer dominância quando veem uma possível ameaça ou uma possível fonte de alimento. Como eles viram que não éramos alimento, estabeleceram uma ‘relação de paz’”.

Segundo o brasileiro, esses tubarões gostam de cheirar e se aproximar. De acordo com a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), o tubarão-das-Galápagos é considerado quase ameaçado de extinção.

Há oito anos trabalhando com fotografias feitas debaixo da água, já conseguiu flagrantes como o de um crocodilo-do-nilo, que ficou a poucos centímetros de distância do brasileiro. O fato ocorreu em Botsuana, na África.
tubarão-das-Galápagos (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)Um dos exemplares de tubarão-das-Galápagos que nadou próximo a embarcação no Havaí, em 1º de dezembro deste ano (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)
saiba mais
  •                                                                                    Pesquisa para proteção
Daniel afirma que a partir de julho do próximo ano vai passar a colaborar com pesquisadores da Universidade de Honolulu, que realizarão levantamento das espécies de tubarões que vivem nos arredores das ilhas do estado norte-americano.

Segundo ele, o objetivo do trabalho será alertar o governo dos EUA para reforçar o patrulhamento na região, evitando a pesca de tubarões. “Queremos saber a quantidade e a variedade desses animais na região do Havaí”, explica.

tubarão-das-Galápagos (Foto: Divulgação/André Botelho)

A espécie é considerada ameaçada de extinção, segundo a IUCN (Foto: Divulgação/André Botelho)
tubarão-das-Galápagos (Foto: Divulgação/Daniel Botelho)Momento em que tubarão se aproximou do mergulhador brasileiro, já acostumado a ficar de frente com outras feras do mundo animal (Foto: Divulgação/Daniel Botelho
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Paraíso escondido


Quem passa de barco nem imagina que uma pequena ilha rochosa esconde em seu interior um verdadeiro paraíso marinho. Uma praia secreta foi formada em um buraco no meio da pedra. A atração-surpresa fica nasIlhas Marietas, em Puerto Vallarta, no México. O acesso só é possível de barco, por um túnel embaixo das rochas. 


O local é perfeito para mergulho. As águas cristalinas e protegidas são o refúgio de baleias jubartes, tartarugas, golfinhos, corais e cardumes de peixes. Quem preferir, pode aproveitar a tranquilidade e a privacidade da piscina natural. Para chegar lá, é preciso procurar uma companhia de turismo com autorização ambiental, que leva pequenos grupos de cada vez. 



   Reprodução
   Reprodução


As ilhas foram formadas por atividade vulcânica, por isso a formação geológica irregular. No total, formam uma área de 1.400 hectares totalmente inabitados. Elas ficam a aproximadamente 25 km da costa, o que ajuda na preservação da vida marinha. Além disso, o local é um Parque Nacional, protegido da pesca e da caça, onde cientistas estudam pássaros da região. 


Praia escondida nas Ilhas Marietas, no México

O local é um refúgio para animais como baleias jubartes, golfinhos e tartarugas
   Reprodução
As ilhas são inabitadas
   Reprodução
Para chegar, só passando de barco por este túnel

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Colégio Dona Guiomar Barreto Meira - Massaroca - Juazeiro -Ba - Turma de Formandos do 3° ano médio 2012


Não desanimes. Persiste mais um tanto. Não cultives pessimismo. Centraliza-te no bem a fazer. 
Esquece as sugestões do medo destrutivo. 

Segue adiante, mesmo varando a sombra dos próprios erros. Avança ainda que seja por entre lágrimas. Trabalha constantemente. 


Edifica sempre. Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração. Não te impressiones nas dificuldades. Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia-a-dia. 

Não desistas da paciência. Não creias em realizações sem esforço. Silêncio para a injúria Ouvido para o mal. Perdão às ofensas. Recorda que os agressores são doentes. 





Não permitas que os irmãos desequilibrados te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menosprezes o dever que a consciência te impõe. 


Se te enganaste em algum trecho do caminho, reajusta a própria visão e procura o rumo certo. Não contes vantagens nem fracassos. 

Não dramatizes provações ou problemas. Conserva o hábito da oração para quem se te faz a luz na vida intima. Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho que Deus te confiou. 







Ama sempre, fazendo pelos outros o melhor que possas realizar. Age auxiliando. Serve sem apego. E assim vencerás.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira - Prática de Judô na escola.

A História do Judô

A origem das artes marciais Japonesas é vaga, e muito do que sabemos é mais lenda do que verdade. Entretanto, o sistema marcial ¨takenouchi-ryu¨ fundado em 1.532 é considerado o início do Jiu-Jitsu. Durante centenas de anos, as artes marciais foram aperfeiçoadas pelos samurais que fizeram longos estudos sobre umas vinte ou trinta artes marciais. Dessas apenas uma era baseada na defesa pessoal sem armas – o Jujitsu- sendo que dos mais de 700 estilos dessa arte, dois foram essenciais no desenvolvimento do Judô: O Kito-ryu e o tenjin-shinyo-ryu.


Por volta de 1.800, a estrutura política japonesa desajustou-se, em 1.868, 0 Império foi restaurado (Império Meiji) e a classe dos Samurais declinou juntamente com todas as artes marciais. Apesar de que o governo não baniu as artes marciais, oficialmente, as pessoas não eram encorajadas a aprender ou praticá-las, já que o Estado era considerado mais importante que o indivíduo. O jujitsu literalmente caiu em desuso. O que havia sido anteriormente a glória do samurai, agora estava paralisado e muitas das escolas da arte desapareceram.






Para sobreviver ao advento do Império Meiji, o conceito do ¨budo¨ teria de ser alterado para uma ferramenta para cultivar um indivíduo e fazê-lo uma pessoa melhor para o bem de todos. Como resultado, houve o surgimento do budo como educação física e esporte, que fornecia trabalho em equipe, o que era bom para todos e também ajudava no desenvolvimento individual. Dr. Jigoro Kano surge como o responsável pela sobrevivência do jiu-jitsu a Restauração do Império, ele utilizou o jiu-jitsu e adaptou-o aos novos tempos. Sua nova metodologia foi chamada JUDÔ.




Por volta de 1.880, Jigoro Kano começou a repensar as técnicas de jiu-jitsu que ele aprendera. Ele percebeu que através da combinação das técnicas dos vários estilos dessa arte em um só sistema, ele poderia criar um programa de educação física que iria incorporar habilidades mentais e físicas. Ainda, ele acreditava que as técnicas poderiam ser praticadas como um esporte competitivo se as técnicas mais perigosas fossem retiradas.
Então em 1.882, havendo retirado do antigo jiu-jitsu o melhor das suas técnicas de arremesso e controle, adicionou algumas técnicas próprias removeu as técnicas perigosas como chaves de pé e mão. Jigoro Kano, então com 22 anos, apresentou seu novo esporte – Judô. Ele o chamou de Kodokan Judô que pode ser desmembrado em: Ko (estudo, método); do (caminho ou estrada); e kan (lugar), ou seja, significava¨um lugar para estudar o caminho¨. Judô pode ser desmembrado como: Ju (suave) e Do (caminho ou estrada) ou seja, ¨caminho suave¨ou ¨caminho da suavidade¨.



Em 1.892, o Judô começou a se espalhar pelo mundo através de Takashima Shidachi, com uma conferência em Londres sobre a História e o desenvolvimento do Judô. Em 1895, Kano, classificou as técnicas de arremesso do Judô em Go Kyo No Waza. Em 1900, a Associação dos Faixas Pretas do Kodokan foi estabelecida. Por volta de 1910, o Judô foi reconhecido como um esporte que poderia ser engajado com segurança e em 1911, foi adotado como parte do sistema educacional do Japão.

E 1964, nas Olimpíadas de Tóquio no Japão, foi incluída a modalidade Judô. Das dezesseis medalhas em disputa, o Japão ganhou três de ouro e uma de prata. O Judô já não era apenas um esporte japonês e sim um esporte internacional. Foram duas as principais alterações no Judô através dos anos. A primeira foi a introdução de categorias de pesos, já que inicialmente, diferenças de pesos não eram consideradas importantes. Todos lutavam contra todos, com o resultado de que, se dois lutadores possuíam as mesmas habilidades, geralmente o maior vencia. Apesar de muita oposição à introdução das categorias, elas surgiram primeiro em três divisões e em seguida em cinco (Hoje, existem de sete a oito divisões de peso). A inclusão do esporte nas Olimpíadas certamente ajudou na inclusão dessa importante reforma.


A segunda foi o ensino de Judô para crianças. No início, pensava – se ser muito perigoso ensinar crianças, pois elas não teriam a disciplina para não utilizar fora dos clubes, as técnicas aprendidas. Hoje, muitos se não todos, ensinam judô à crianças com segurança, comprovando –se inclusive que o Judô é importante não só no desenvolvimento físico e mental da criança, mas também no desenvolvimento de responsabilidade e disciplina.


Transformae - Colégio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira

Com arte e cultura, virada educacional movimenta escolas estaduais “Tomando Partido Pela Es...