sábado, 29 de setembro de 2012

Gicana Sócio- cultural - Colégio Dona Guiomar Barreto Meira

     




Baseada em uma educação escolar, focada nos pressupostos de que o aluno é o protagonista das ações, as quais proporcionam a construção do conhecimento, venho propor atividades diferenciadas, para que haja troca de experiências e socialização entre alunos e alunos, alunos e professores, promovendo assim um ambiente de respeito, consideração e aprendizagem.





OBJETIVO GERAL
  • Propor aos alunos desafios que levem a perceber situações problemas que através do raciocínio, das atitudes e da reação, possam estabelecer relações de sabedoria, respeito, amor e paz

OBJETIVOS ESPECÍFICOS


*Perceber a importâncias do bom relacionamento e do respeito às diferenças individuais;
*Demonstrar as condições ensino-aprendizagem que os mesmos estão envolvidos, possibilitando avaliar as ações educativas;
*Promover momento de interação e socialização no ambiente escolar;


*Promover atividades diferenciadas que levem os alunos a protagonizar momentos de aprendizagem em que a sala, propriamente dita, não será necessária.
*Oferecer momento, espaço e atividades recreativas que levem ao alcance das expectativas quanto a diversão, percebendo a escola como um ambiente legal e alegre.




domingo, 23 de setembro de 2012

Desfile das escolas em 21 de Setembro em Petrolina - Pe / centenário de Luiz Gonzaga


Gonzagão, 22 anos de saudade!




"Meu nome é Luiz Gonzaga, não sei se sou fraco ou forte, só sei que, graças a Deus, té pra nascer tive sorte, apois nasci em Pernambuco, o famoso Leão do Norte.
Nas terras do novo Exu, da fazenda Caiçara, em novecentos e doze, viu o mundo a minha cara.
No dia de Santa Luzia, por isso é que sou Luiz, no mês que Cristo nasceu, por isso é que sou feliz."





Luiz Gonzaga do Nascimento era filho de Januário José Santos, lavrador e sanfoneiro, e de Ana Batista de Jesus, agricultora e dona de casa. Nasceu na cidade de Exu, Pernambuco, em 13 de dezembro de 1912. Desde criança se interessou pela sanfona de oito baixos do pai, a quem ajudava tocando zabumba e cantando em festas religiosas, feiras e forrós.


Saiu de casa em 1930 para servir o exército como voluntário, mas já era conhecido como sanfoneiro. Viajou pelo Brasil como corneteiro e, de vez em quando se apresentava em festas, tocando sanfona. Deu baixa em 1939 e foi morar no Rio de Janeiro, levando sua primeira sanfona nova.
Passou a tocar nos mangues, no cais, em bares, nos cabarés da Lapa, além de se apresentar nas ruas, passando o chapéu para recolher dinheiro. Começou a participar de programas de calouros, inicialmente sem êxitos, até que, no programa de Ary Barroso, na Rádio Nacional, solou uma música sua, "Vira e mexe", e ficou em primeiro lugar. A partir de então, começou a participar de vários programas radiofônicos, inclusive gravando discos, como sanfoneiro, para outros artistas, até ser convidado para gravar como solista, em 1941.



 Estátua de Luiz Gonzaga em Campina Grande, na Paraíba



Prosseguiu fazendo programas de rádios, que estavam no auge e tinham artistas contratados. Trabalhou na Rádio Clube do Brasil e na Rádio Tamoio, e prosseguia gravando seus mais de 50 solos de sanfona. Em 1943, já na Rádio Nacional, passou a se vestir como vaqueiro nordestino e começou a parceria com Miguel Lima, que colocou letra em "Vira e mexe", transformando-a em "Chamego", com bastante sucesso. Nessa época, recebeu de Paulo Gracindo o apelido de Lua.




Sua parceria com Miguel Lima decolou e várias músicas fizeram sucesso: "Dança, Mariquinha" e "Cortando Pano", "Penerô Xerém" e "Dezessete e Setecentos", agora gravadas pelo sanfoneiro e, também cantor, Luiz Lua Gonzaga. No mesmo ano, tornou-se parceiro do cearense Humberto Teixeira, com quem sedimentou o ritmo do baião, com músicas que tematizavam a cultura e os costumes nordestinos. Seus sucessos eram quase anuais: "Baião" e "Meu Pé de Serra" (1946), "Asa Branca" (1947), "Juazeiro" e "Mangaratiba" (1948) e "Paraíba" e "Baião de Dois" (1950).

Em 1945, assumiu a paternidade de Gonzaguinha, seu filho com a cantora e dançarina Odaléia. E, em 1948, casou-se com Helena das Neves. Dois anos depois, conheceu Zé Dantas, seu novo parceiro, pois Teixeira cumpria mandato de deputado estadual, afastando-se da música. Já em 1950, fizeram sucesso com "Cintura Fina" e "A Volta da Asa Branca". Nessa década, a música nordestina viveu sua fase áurea e Luiz Gonzaga virou o Rei do Baião.











Outros ritmos, como a bossa-nova, subiram ao palco, e o Rei do Baião voltou a fazer shows pelo interior, sem perder a popularidade. Zé Dantas faleceu em 1962 e o rei fez parcerias com Hervê Cordovil, João Silva e outros. "Triste Partida" (1964), de Patativa do Assaré, foi também um grande sucesso. Suas músicas começaram a ser regravadas pelos jovens cantores: Geraldo Vandré, Gilberto Gil, Caetano Veloso, que o citavam como uma das influências. Durante os anos 70, fez shows no Teatro Municipal, de São Paulo e no Tereza Raquel, do Rio de Janeiro.



Nos anos 80, sua carreira tomou novo impulso. Gravou com Raimundo Fagner, Dominguinhos, Elba Ramalho, Milton Nascimento etc. Sua dupla com Gonzaguinha deu certo. Fizeram shows por todo o país com "A Vida de Viajante", passando a ser chamado de Gonzagão. Em 84, recebeu o primeiro disco de ouro com "Danado de Bom". Por esta época apresentou-se duas vezes na Europa; e começaram a surgir os livros sobre o homem simples e, por vezes, até ingênuo, que gravou 56 discos e compôs mais de 500 canções.


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

PARABÉNS PETROLINA 117 ANOS NESTE DIA 21 DE SETEMBRO 2012


HISTÓRIA DE PETROLINA



Muito bem quero mostrar que a cidade de Petrolina de ve muito a Juazeiro, pois ela so foi formada a partir do momento em que os imigrantes saiam para a bahia e tinha que passar em Petrolina a cidade originou-se de uma localidade surgida na primeira metade do século XIX, que denominava-se Passagem do Juazeiro.Chamava-se PASSAGEM DE JUAZEIRO 



O local, pela sua posição estratégica, era caminho dos viajantes que vinham dos sertões do Ouricuri, Piauí e Ceará, a caminho da Bahia. Instalou-se, definitivamente, aquela nucleação com a edificação da Capela de Santa Maria Rainha dos Anjos, concluída em 1860. 
Recebe a denominação de Petrolina em homenagem ao Imperador D. Pedro II.


Em maio de 1870, é criada a vila de Petrolina, Lei Provincial nº 921 e sua Comarca em junho de 1879, pela Lei Provincial nº 1.377.
Torna-se Município autônomo pela Lei Estadual nº 52, de 03/08/1892.





terça-feira, 18 de setembro de 2012

Trabalho sobre o lixo e a Reciclagem




A reciclagem é um processo em que determinados tipos de materiais, cotidianamente reconhecidos como lixo, são reutilizados como matéria-prima para a fabricação de novos produtos. Além de se apresentarem com propriedades físicas diferentes, estes também possuem uma nova composição química – fator principal que difere o reaproveitamento da reciclagem, conceitos estes muitas vezes confundidos.



Este processo é importante, nos dias de hoje, porque transforma aquilo que iria ou já se encontra no lixo em novos produtos, reduzindo resíduos que seriam lançados na natureza, ao mesmo tempo em que poupa matérias-primas, muitas vezes oriundas de recursos não renováveis, e energia. Para produzir alumínio reciclado, por exemplo, utiliza-se apenas 5% da energia necessária para fabricar o produto primário.



Dessa forma, é importante separar esses materiais, para que não sejam encaminhados juntamente com o lixo que não é reciclável, não tendo outro destino a não ser ocupar espaço nos aterros sanitários e lixões. O texto “Coleta seletiva em casa” explica bem esse processo.


Em nosso país, quase toda a totalidade de latinhas descartáveis e garrafas PET são recicladas. Entretanto, plásticos, latas de aço, vidro, dentre outros matérias, são pouco considerados neste processo, reforçando as estatísticas que apontam que somente 11% de tudo o que se joga na lata de lixo, em nosso país é, de fato, reciclado.



No Brasil, Curitiba (PR), Itabira (MG), Santo André (SP) e Santos (SP) são as cidades que mais reciclam seus materiais.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Gincana Solidária Escola Ana Nery - EQUIPE CORAÇÃO “MOLIM”


Gincana Solidária Escola Ana Nery. Uma Lição de Cidadania.

Solidariedade é uma necessidade humana

Um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo, para ajudá-lo a levantar-se.  Se temos que viver,  que seja para colher os frutos da  boa semente  que lançamos na caminhada. Se for para semear,  então que seja para produzir  sorrisos de solidariedade e amor. É preciso unir os bons, lutar por causas boas.

Escola e Família precisam formar valores

A solidariedade e o bem são valores  nobres e contagiantes. Contagie-se deixe contagiar...Em sua infinidade de valores  não deixe faltar: o perdão, a solidariedade, a compreensão, a tolerância, o carinho, o abraço amigo e acima de tudo o amor. Na construção de um mundo melhor é fundamental, adiquirir a compreensão e percepção nítida dos valores.  É urgente a consciência clara e bem definida  do belo e do moralmente bom entre crianças e jovens.

A Gincana Solidária da Escola Ana Nery

Evento solidário e cultural. Nesta edição desenvolve ação em pról da Apae, Lar Feliz, Creops, Casa Geriátrica, entre outras instituições beneficentes. É uma iniciativa da instituição e tem sua realização graças ao empenho de  professores, alunos, pais e comunidade. Pessoas de Petrolina e Juazeiro podem participar e contribuir com alimentos e gêneros de higiene pessoal. As doações serão recebidas pelas equipes e encaminhadas  as entidades beneficiadas.

Objetivos do evento
  • Fazer o bem, ajudando pessoas e instituições nas suas necessidades básicas
  • Incentivar a formação de  valores  entre crianças e jovens
  • Despertar a cidadania e participação através da solidariedade
  • Criar ambiente para o protagonismo juvenil 
  • Legitimar o papel social da escola enquanto instituição promotora de cidadania

EQUIPE CORAÇÃO “MOLIM”



Olá, meu nome é Silmara Costa. Sou educadora e venho apresentar-lhes o projeto Sou solidário, sou do bem, uma gincana desenvolvida pela Escola Ana Nery de Petrolina, com o intuito de arrecadar produtos alimentícios e de higiene pessoal para beneficiar as Instituições: Apae, Lar Feliz, Casa Geriátrica, Crelps, Cerelf e Petrape.
Em 2012 a Escola Ana Nery realiza mais uma gincana solidária, cujo nome é Gincana Solidária Sou do Bem. A Equipe Coração “Molim” surge da união de alunos, familiares, colaboradores da escola, ex alunos e inúmeros outros que a apoia.
A equipe pensou em homenagear LUIZ GONZAGA pelos seus 100 anos de história, utilizando o nome de uma de suas letras de músicas para expressar o quanto somos sensíveis às causas sociais e o quanto o nordestino é solidário.
Nos sentimos felizes em ajudar o próximo, pois somos uma equipe solidária, unida e que tem o CORAÇÃO “MOLIM”. Nós, e todas as Instituições beneficiadas, contamos com a ajuda de toda a comunidade nesta causa tão nobre, afinal, ser solidário e ser do bem!!!!


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(REUNIÃO COM LÍDERES DA EQUIPE CORAÇÃO “MOLIM”)



sábado, 8 de setembro de 2012

Colegio Estadual Dona Guiomar Barreto Meira - Massaroca - Desfile de 7 de setembro de 2012


A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
 

 Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.

Trabalho sobre o Rio São Francisco - 7° ano A

                                                                Cânion do rio São Francisco

O rio São Francisco é um importante curso de água que percorre 2.830 km no território brasileiro, é popularmente chamado de Velho Chico.
Esse rio brasileiro nasce no Estado de Minas Gerais, na Serra da Canastra; sua nascente está situada a uma altitude de 1.200 metros. Em sua extensão, corta o Estado da Bahia, ao norte do território baiano o rio serve de fronteira natural com Pernambuco, além de estabelecer limites entre os territórios de Sergipe e Alagoas.


 


O rio, em seu percurso, corta áreas influenciadas por diferentes climas, vegetações e relevos, sendo utilizado com fonte hídrica para a geração de energia em cinco usinas hidrelétricas.

 


 

Nas áreas próximas às nascentes e à foz, as chuvas são relativamente abundantes, já nos outros pontos o clima é muito seco.
 O Velho Chico percorre regiões semiáridas, com pouca chuva e afluentes temporários, mesmo assim é perene (não seca em nenhum período do ano), isso porque seu volume é mantido por afluentes (perenes) no centro do Estado de Minas Gerais.
Em toda sua extensão, conta com um total de 168 afluentes, sendo 90 na margem direita do rio e 78 na margem esquerda. O rio possui uma enorme importância econômica, social e cultural para os Estados cortados por ele.
Em diversos trechos, o São Francisco oferece condições de navegação, desse modo, as principais cargas transportadas são de cimento, sal, açúcar, arroz, soja, madeira e gipsita, incluindo o transporte de pessoas, sobretudo de turistas.
Suas águas são usadas para o turismo, lazer, irrigação, transporte, entre outros, desempenhando um importante papel socioeconômico para os Estados e, principalmente, para as cidades que o margeia.


Escola Municipal Felix Manuel - Tapera - Trabalho 6° ano A - Campo e cidade

                                                                            


                                                                   Nova Iorque, EUA

As cidades globais, também conhecidas como metrópoles mundiais, são grandes aglomerações urbanas que funcionam como centros de influência internacional. Estão no topo da hierarquia urbana. São dotadas de técnica e conhecimento em serviços de elevada influência nas decisões vinculadas à economia globalizada e ao progresso tecnológico.

Nessas cidades, há grande concentração e movimentação financeira, sedes de grandes empresas ou escritórios filiais de transnacionais, importantes centros de pesquisas, presença de escritórios das principais empresas mundiais em consultoria, contabilidade, publicidade, bancos e advocacia, além das principais universidades.


São dotadas de infraestrutura necessária para a realização de negócios nacionais e internacionais, aeroportos, bolsa de valores e sistemas de telecomunicações, além de uma ampla rede de hotéis, centros de convenções e eventos, museus e bancos. Possuem serviços bastante diversificados, como jornais, teatros, cinemas, editoras, agências de publicidade, entre outros.

Paris, França
A instituição responsável por classificar as cidades como global ou não, é a Universidade de Loughborough (Londres) em uma fase inicial e posteriormente aperfeiçoada pela Globalization and World Cities Study Group & Network.

Atualmente são reconhecidas mais de 50 cidades globais no planeta, divididas em três grupos, conforme o grau de influência e importância mundial. A Europa é o continente que mais possui cidades globais.


As cidades mais influentes do mundo foram classificadas em três diferentes classes (Alfa, Beta e Gama). Sendo a classe Alfa as cidades de maior influência no planeta, a Beta, intermediária, e a Gama corresponde às cidades globais de menor expressão mundial.

Grupo Alfa – Esse grupo é representado por cidades como: Londres, Nova Iorque, Paris, Tóquio, Los Angeles, Chicago, Frankfurt, Milão.

Grupo Beta – Entre as cidades desse grupo podemos destacar: São Francisco, Sidney, São Paulo, Cidade do México, Madri.


Grupo Gama – É o grupo que possui a maior quantidade de cidades, atualmente são 35, entre elas estão: Pequim, Boston, Washington, Munique, Caracas, Roma, Berlim, Amsterdã, Miami, Buenos Aires. 


ALUNO NOTA 10 DO COLÉGIO ESTADUAL DONA GUIOMAR BARRETO MEIRA

Motivação e incentivação da aprendizagem Para que haja uma aprendizagem efetiva e duradoura é preciso que existam propósitos de...