sábado, 25 de janeiro de 2014

Tufão, furacão ou ciclone tropical... O que é isso??


Um tufãofuracão ou ciclone tropical é um fenômeno meteorológico que costuma ocorrer na região oeste, nordeste e norte do Pacífico, no oceano Índico e no norte do Oceano Atlântico.
Com ventos de mais de 118 km por hora, o tufão ocorre devido a variações de temperatura e direção dos ventos.
Existe uma diferenciação básica entre tufão, ciclone e furacão embora os três termos descrevam o mesmo tipo de fenômeno.


O ciclone caracteriza-se por ser uma tempestade violenta em regiões tropicais ou sub-tropicais quando os ventos superam os 50 km por hora.
O furacão já possui uma velocidade maior que 199km/h e costumam girar no sentido horário no hemisfério sul e no sentido anti-horário no hemisfério norte. São comuns no mar do Caribe ou nos EUA, chegando a medir de 200 a 400 km de diâmetro.
O tufão é o nome dado aos ciclones no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico tendo as mesmas características de um furacão.


Por último, existe o tornado, o mais forte de todos os fenômenos meteorológicos. Embora menor que os anteriores a velocidade dos ventos costuma atingir 490kh por hora nas zonas temperadas do hemisfério norte alcançando um poder de destruição enorme.



Os tufões, furacões ou ciclones se iniciam em regiões oceânicas onde a temperatura ultrapassa os 27º C. A água dos oceanos começa a evaporar e se acumular em forma de nuvens na camada mais baixa da atmosfera. Isso cria uma camada de baixa pressão atmosférica, fazendo com que o ar comece a subir ainda mais rápido e com que o ar frio da camada superior comece a descer pelo centro da tempestade. Então, ventos em sentido contrário fazem com que a tempestade comece a girar. À medida que o furacão se movimenta sobre o mar, mais água evapora, alimentando o furacão. Quando o tufão atinge algum continente, que é mais frio e seco, ele se dissipa, mas, não sem antes deixar um rastro devastador.

Os furacões são formados por um “olho”, uma espécie de buraco no meio do furacão por onde o ar frio desce e que é seca podendo ter 20 km de diâmetro, as chamadas paredes do olho, são regiões onde o ar quente sobre através de um movimento circular em torno do olho dando ao furacão o seu aspecto característico e onde se concentra a umidade da tempestade. Uma curiosidade a respeito dos furacões é que eles costumam girar em um sentido na parte superior e em outro sentido na parte inferior.


Conforme a velocidade que os ventos atingem, os ciclones se enquadram em diferentes categorias:

Categoria 1 (intensidade mínima): ventos entre 118 Km/h e 152 Km/h.

Categoria 2 (intensidade moderada): ventos entre 153 Km/h e 176 Km/h.

Categoria 3 (intensidade forte): ventos entre 177 Km/h e 208 Km/h.

Categoria 4 (intensidade extrema): ventos entre 209 Km/h e 248 Km/h.

Categoria 5 (intensidade catastrófica): ventos com velocidade superior a 249 Km/h.



Professor constrói forno solar para uso no Sertão do Ceará.

     O semiárido nordestino é definido, na maioria das vezes, como uma região seca e “castigada pelo sol”. Mas por que não pensar diferente? Um professor cearense mostrou que o sol, na verdade, pode ser uma fonte de energia capaz de substituir o gás de cozinha e a lenha.
Forno Solar

     Lúcio Galvão, químico da Universidade Estadual do Ceará (Uece), criou um forno solar barato, feito materiais recicladosque, em vez do destino ser os lixões, podem ser reutilizados de forma racional e produtiva. “Com o forno solar alternativo, o cozimento usa a luz do sol como fonte de energia”, explica o professor.
      A temperatura do ambiente não influencia diretamente no funcionamento. O que interessa é a luz do sol, já que o forno atua como isolante térmico, bloqueando a entrada ou saída do calor do recipiente. Segundo Galvão,“cozinha em qualquer lugar, até em apartamento”.
O primeiro forno de energia solar a custo quase zero foi construído pelo professor em parceria com o naturalista José Albano. A ideia era fazer algo mais simples e fácil, com papelão, cabos de vassoura e plástico. Foram três anos de experiência, levando em consideração o cozimento e a hidratação dos alimentos. “Depois disso, parti sozinho pelo sertão adentro para ensinar aos moradores das comunidades como construírem os seus próprios fornos”. A empreitada iniciou em 2004.

Onde tudo começa

     As primeiras oficinas para a construção do forno alternativo foram realizadas na Região dos Inhamuns. Mas as práticas já foram levadas a outros municípios cearenses como Umirim e Quixadá. “O experimento foi parar até no Piauí, Paraíba, Rio Grande do Norte e Foz do Iguaçu”, comemora o professor.

Mulheres nas oficinas de conscientização sobre o forno solar (FOTO: Divulgação)
     No local da preparação, são colocados dois fornos solares para mostrar o funcionamento do utensílio em tempo real. Inicialmente, é feita uma formação teórica, explicando conceito, funcionamento, vantagens e desvantagens do uso do forno solar. “Enquanto explico, os alimentos vão cozinhando. Quando acaba o primeiro dia de oficina, a gente come o que estava sendo preparado no forno. Só depois disso, as pessoas acreditam que ele funciona mesmo”.

     O segundo dia é destinado à prática, quando cada morador da comunidade aprende a confeccionar o próprio forno. Cerca de 20 pessoas participam das oficinas para, em seguida, multiplicarem o conhecimento.
Mulheres nas oficinas de conscientização sobre o forno solar (FOTO: Divulgação)

Higiene

Alguns obstáculos culturais, no entanto, dificultam a aceitação dos moradores devido ao receio quanto à higiene do equipamento. De acordo com ele, a temperatura do forno é suficientemente alta para impedir a proliferação de microrganismos, o que garante a esterilização dos alimentos. “O cozimento por condução lenta de calor e em sistema fechado impede que fatores externos entrem em contato com a comida”, assegura.

Como é feito 

O forno solar é uma caixa de papelão forrada de papel-alumínio, contendo uma chapa de metal pintada de preto, apoiada sobre pequenos calços de madeira. Sobre essa chapa são colocadas as panelas, também pintadas de preto, e com tampas de encaixe para reduzir a saída de vapor.
“Qualquer pessoa que tenho um mínimo de habilidade com ferramentas básicas, como martelo, serrote e tesoura, poderá montar seu próprio forno”, destaca o professor.

Vantagens
Panelas pretas são mais adequadas para um aquecimento mais rápido (FOTO: Divulgação)
     Panelas pretas são mais adequadas para aquecimento mais rápido (FOTO: Divulgação)
As vantagens do forno alternativo são muitas. O utensílio é uma forma de economizar na queima de combustível fóssil (gás butano), diminuir a derrubada de árvores para a formação de carvão vegetal, além de promover mais saúde. A comida cozinha lentamente e a temperaturas mais baixas, preservando os nutrientes.
     O tempo médio é alto, levando cerca de quatro horas para cozinhar os alimentos. “Não tratamos isso como desvantagem, porque a pessoa acaba tendo tempo mais livre para fazer outras coisas. A comida não precisa ser mexida ou vigiada durante o cozimento, pois não queima”.

Tudo do próprio bolso

    O equipamento já faz sucesso há cerca de 10 anos no interior do Ceará. Investimento externo não existe, apesar das tentativas com órgãos de pesquisas estadual e federal. “Tudo sai do bolso do próprio professor”, lamenta Galvão. “A gente não ganha dinheiro com isso. Mas o meu real objetivo é mostrar às comunidades mais distantes que é possível ter uma convivência melhor com o semiárido”, acrescenta.



Polêmica – Cientistas Russos alertaram: Nova Era Glacial chegará em 2014

Era Glacial
Uma nova era do gelo se inciará em 2014, de acordo com uma previsão climática apresentada pelos cientistas russos do Instituto Gazprom VNIIGAZ. Rauf Galiulin e Vladimir Bashkin afirmam que no ano que vem a Terra entrará em uma fase de queda gradual da temperatura e deve chegar ao ápice dentro de um período de 50 anos, resultando em uma nova era glacial. (Global Warming Policy Foundation). Segundo a publicação, os pesquisadores afirmam ainda que, ao contrário do que ditam todas as teorias relacionadas ao aquecimento global, a ação dos humanos exerce pouca ou nenhuma influência sobre o clima da terra. Conforme o explicado por eles, a variação da temperatura estaria associada aos ciclos de atividade solar, que realmente estão sofrendo uma redução. 

A gélida era, dever ter início em 2014, com uma queda não tão acentuada de temperatura no primeiro momento. Entretanto, depois de algumas décadas, a diminuição será mais ativa e perceptível. De acordo com uma matéria publicada pelo Site  Times, a baixa atividade do ciclo solar atual — o chamado “Ciclo 24” — vem deixando alguns cientistas intrigados, além de despertar questões sobre quais podem ser as consequências disso para o nosso planeta. Ainda segundo o Times, a última vez que aconteceu uma grande queda na atividade do ciclo solar foi entre os anos de 1650 e 1715, durantes os quais pouquíssimas mancha solares foram observadas. Coincidentemente, nesse período ocorreu uma queda acentuada nas temperaturas no planeta, provocando o que ficou conhecido como a “Pequena Era do Gelo” na Europa e América do Norte.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Os 5 fenômenos naturais mais fascinantes

Um ranking dos 5 fenômenos naturais mais encantadores da natureza. Confira abaixo a lista e fique a vontade.

5 – ALGAS BIOLUMINESCENTES

algas luminosas
Nos lagos Gippsland na Austrália, a bioluminescência é um fenômeno fascinante, belo e raro, ocasionado pela explosão populacional de uma população de algas vermelhas.

4 – NUVENS GLORY MORNING

nuvens glória da manhã
Este tipo de nuvem tem por principal característica ter a forma de uma grande rolo, que pode chegar a 1.000 km de comprimento e  até 2 km de largura. Elas são formadas sempre a uma altitude entre 100 e 200 metros do Solo.

3 – TEMPESTADES DE AREIA QUE SEGUEM PARA O MAR

tempestade de areia
Normalmente tempestades de areias são vistas atingindo desertos ou cidades inteiras, agora nada é mais esplêndido do que observar uma tempestade de areia atingindo regiões marítimas como é o caso da imagem obtida na Austrália.

2 – OS ECLIPSES SOLARES

eclipse solar
Raros, são sempre esperados pela maioria das pessoas. Os eclipses solares representam uma mensagem das divindades para uns e um fenômeno natural astronômico de uma grandeza implacável para outros.

1 – As magníficas auroras polares

aurora boreal
As noites nas regiões polares ficam radiantes quando o sol emana partículas carregadas de vento solar em direção a Terra. As cores variam de acordo com a intensidade da tempestade solar.
 O fenômeno, é sempre esperado, além de ter diversos fãs, existem aqueles que se encantam cada vez mais para ver de perto apos ver nossas imagens. Espero que tenham gostado da nossa primeira seleção desse tipo, continue conectado na CG para sempre receber nossas imagens.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Astrônomos encontram planeta que orbita ao redor de um gêmeo do Sol.

Três novos planetas foram encontrados orbitando ao redor de estrelas no acúmulo Messier, sendo que um deles gira em torno de um gêmeo do Sol, informou nesta quarta-feira (15) o Observatório Europeu Austral (ESO).
A descoberta, realizada mediante o buscador de planetas HARPS que o ESO tem no Chile junto com outros telescópios ao redor do mundo, constitui um marco já que, embora já tenham sido encontrados mais de mil destes exoplanetas fora do Sistema Solar, muito poucos estão situados em acúmulos estelares.
A autora principal do estudo, Anna Brucalassi, do Instituto Max Planck para Física Extraterrestre, situado em Garching, no sul da Alemanha, explicou que "no acúmulo estelar Messier 67 todas as estrelas têm aproximadamente a mesma idade e composição que o Sol".
"Isto proporciona um perfeito laboratório para estudar quantos planetas se formam em um ambiente tão aglomerado, e se por acaso se formam principalmente ao redor de estrelas mais maciças ou menos maciças", declarou a pesquisadora.
Concepção gráfica simula a presença de um dos três planetas encontrados no acúmulo de estrelas Messias 67 (Foto: ESO/L. Calçada/Divulgação)Por sua parte, o astrônomo Luca Pasquini, também membro do Instituto Max Planck, afirmou que "os novos resultados contrastam com trabalhos anteriores que não conseguiram encontrar planetas em acúmulos, mas concordam com outras observações mais recentes".
O acúmulo estelar estudado se encontra a uma distância de 2.500 anos-luz na constelação de Câncer e nele há cerca de 500 astros.
Durante o estudo foram descobertos três planetas dos quais dois orbitavam estrelas similares ao sol, enquanto o terceiro girava ao redor um astro gigante vermelho mais evoluído.
Os dois primeiros planetas têm um terço da massa de Júpiter e demoram em orbitar suas estrelas sete e cinco dias, enquanto o terceiro precisa de 122 dias e tem uma massa maior à de Júpiter.
Os pesquisadores comprovaram que o primeiro destes girava em torno de uma das estrelas mais parecidas com o sol encontradas até hoje, além de ser o primeiro gêmeo solar achado em um acúmulo de estrelas que contém um planeta.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

'National Geographic' seleciona melhores fotos de 2013.

Confira galeria com as imagens deste ano vencedoras do tradicional concurso de fotos da revista.


Um concurso da National Geographic premiou algumas das melhores fotos feitas no ano de 2013. A incrível imagem de um urso polar emergindo do mar na baía de Hudson, no Canadá, venceu o prêmio principal.
Mas há também belas imagens premiadas ou com menções honrosas em três categorias diferentes: pessoas, lugares e natureza. 
Esta incrível imagem de um urso polar emergindo do mar congelado na baía de Hudson, do fotógrafo Paul Souders, ganhou o prêmio principal no concurso de fotos deste ano da National Geographic.  (Foto: Paul Souders/National Geographic Photo Contest 2013)Esta imagem de um urso polar emergindo do mar congelado na baía de Hudson, do fotógrafo Paul Souders, ganhou o prêmio principal no concurso. (Foto: Paul Souders/National Geographic Photo Contest 2013)
Um rinoceronte indiano, longe de casa e preso dentro do melancólico inverno do zoológico de Toronto. Esta foto de Stephen De Lisle recebeu menção honrosa na categoria 'Natureza' (Foto: Stephen De Lisle/National Geographic Photo Contest 2013)Um rinoceronte indiano, longe de casa e preso no inverno do zoo de Toronto. A foto de Stephen De Lisle recebeu menção honrosa na categoria 'Natureza' (Foto: Stephen De Lisle/National Geographic Photo Contest 2013)
Outra imagem de natureza que recebeu menção honrosa foi a de Réka Zsirmon, feita no rio Danúbio, na Hungria.  (Foto: Réka Zsirmon/National Geographic Photo Contest 2013)Outra imagem de natureza que recebeu menção honrosa foi a de Réka Zsirmon, feita no rio Danúbio, na Hungria. (Foto: Réka Zsirmon/National Geographic Photo Contest 2013)
Julie Fletcher também foi reconhecida na categoria 'Lugares'. 'Não havia chuva ou vento, mas na distância o céu parecia carregado e bravo, colocando sua ira sobre este cemitério de árvores mortas, em um lago que costuma ficar bastante seco', explica ela. (Foto: Julie Fletcher/National Geographic Photo Contest 2013)Julie Fletcher também foi reconhecida na categoria 'Lugares'. 'Não havia chuva ou vento, mas na distância o céu parecia carregado e bravo, colocando sua ira sobre este cemitério de árvores mortas, em um lago que costuma ficar bastante seco', explica ela. (Foto: Julie Fletcher/National Geographic Photo Contest 2013)


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