sábado, 29 de novembro de 2014

A Antártida

O continente antártico é formado em toda sua totalidade por gelo e possui características singulares. Essa região detém cerca de 10% das terras emersas do planeta.  

Essa região corresponde a uma área de calota polar. Ocupando um território com tamanho semelhante ao do Brasil, é considerado o maior dos desertos, isso porque apresenta as condições mais adversas para manutenção e proliferação de vida.
O coração da Antártida é composto por um grande planalto de gelo. Dessa forma, ele apresenta altitudes que variam entre 1500 e 4000 metros acima do nível do mar.



Foi no coração da Antártida que foi registrada a menor temperatura do planeta, cerca de -89,2ºC, em Vostok, uma base russa. Além disso, apresenta a escuridão da noite polar que tem duração de 4 a 6 meses. Na região, a ocorrência de ventos constantes provoca uma série de erosões sobre o gelo. 

Apesar de aparentemente ser um lugar úmido, a umidade relativa do ar é muito semelhante às que predominam nos desertos de areia, isso porque a ocorrência de precipitação de neves é rara, e quando acontece, ela se compacta rapidamente, tornando-se blocos de gelo. Uma grande parcela da calota de gelo se sedimenta em áreas mais profundas do continente e determinadas montanhas afloram na superfície; já em outros lugares, o gelo se acomoda abaixo do nível do mar.









terça-feira, 25 de novembro de 2014

AS MELHORES PISCINAS DO MUNDO.





O auge do verão é o momento ideal para checar as piscinas e se refrescar no verão. O site de decoração e arquitetura Architectural Digest fez uma seleção das 15 piscinas mais bonitas do mundo. Luxuosas e em lugares paradisíacos, as melhores piscinas estão localizadas em hotéis caros, em vez de casas.
 Na volta do mundo em metros cúbicos, há muito luxo nas piscinas de hotéis tradicionais ou modernos, com vista para o Himalaia, para o deserto ou nas alturas.
 Quer ver quais são? Dá uma olhada e inspire-se nas ideias criativas das melhores piscinas do mundo para você também  curtir o verão:













quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Primeiro pouso controlado no núcleo de um cometa é para descobrir qual é a nossa verdadeira origem!

Fonte: ESA/ Getty Images

Pouco depois do pouso do robô Philae em um cometa, feito inédito e histórico da exploração espacial pelo homem, as primeiras imagens feitas por ele começam a chegar à Terra.

As imagens mostram a superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko feitas durante a aproximação do robô, do tamanho de uma máquina de lavar roupa.

Seus dados poderão ajudar a elucidar mistérios sobre cometas como esse, relíquias geladas dos tempos da formação do Sistema Solar.

Um dos temores dos cientistas que comandam a missão é de que a parte externa do cometa fosse revestida por gelo, o que poderia fazer o robô quicar na superfície e ser afastada da rocha em vez de aterrissar - já que há pouca gravidade no local.

Mas o robô não só não quicou, como afundou cerca de quatro centímetros ao pousar, o que sugere que ele encontrou uma superfície relativamente macia.




'Grande passo'

O robô Philae conseguiu aterrissar no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko às 14h05 (horário de Brasília).

"Este é um grande passo para a civilização", disse Jean Jacques Dordain, diretor-geral da Agência Espacial Europeia, que deu início à missão há cerca de duas décadas.

"Sabíamos que este tipo de feito não iria cair do céu, só com trabalho duro e muito conhecimento."

O robô foi lançado às 7h03 de hoje da sonda Rosetta e levou sete horas para atingir a superfície do cometa, que está a 500 milhões de quilômetros da Terra.

Agora, o robô fará análises da composição da superfície do corpo celeste, o que pode oferecer novas pistas sobre a formação do Sistema Solar e da vida na Terra.




Análise química da superfície do cometa pode dar pistas sobre o surgimento da vida na Terra

Uma das teorias sobre o início da vida na Terra postula que os primeiros ingredientes da chamada "sopa orgânica" vieram de um cometa.

Estes são considerados alguns dos corpos celestes mais antigos do Sistema Solar.




A missão Rosetta, batizada em homenagem à pedra que possibilitou a tradução dos hieróglifos egípcios, foi planejada na década de 80 e custou ao menos US$ 1 bilhão.

A sonda foi lançada em março de 2004 e, desde então, já orbitou o sol cinco vezes, ganhando velocidade "surfando" a gravidade da Terra e de Marte.

Para atravessar a parte mais gelada de sua rota, a sonda foi desligada em 2012 e somente reativada em 1º de janeiro deste ano.


Falhas
Nem tudo saiu como o planejado na aterrissagem do robô. Houve falhas no sistema feito para propulsioná-lo em direção à superfície do cometa.

Relatos iniciais também davam conta de que os arpões instalados no robô para prendê-lo à parte externa do corpo celeste também apresentaram problemas. No entanto, o repórter de ciência da BBC Jonathan Amos disse que isto não foi oficialmente confirmado.

Por enquanto, ainda não há informações sobre a natureza dos materiais encontrados na superfície do cometa.

Se tudo correr conforme o planejado, novas fotos devem ser enviadas em breve. O robô também começará sua análise da composição química do corpo celeste.


Fonte: Portal Terra

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